É o que lhe desejo com muito carinho!

Mais um ano se passou…
Parece que foi outro dia mesmo que nos reuníamos para festejar o Natal e encerrarmos mais um ano.
Lembra?
Falamos de tantas coisas, nos prometemos tantas outras e aqui estamos novamente para a famosa reflexão, é sempre assim, não?
Casa enfeitada, luzes na janela, compras, cardápios especiais, planos para as férias, viagens, visitas, roupa nova, ano novo.
Você já imaginou como seria triste o mundo sem Papai Noel, sem Jesus, sem Natal?
Seria tão triste quanto não existir o sorriso das crianças, a alegria dos amigos, o abraço fraternal.
Seria um mundo sem poesia, sem cores, sem brilho, sem fantasia.
Não teríamos esperança, nem prazer, não poderíamos sonhar, mas o homem não vive sem sonhos, sem esperanças, sem alegrias.
Por isso acredite que é possível e será.
Acredite na sua força e faça acontecer.
Ofereça de si o melhor.
Abra seu coração deixando sair de dentro dele a mais bela canção, pensamentos em oração, transformando uma simples noite, como tantas outras, numa noite diferente, numa noite feliz, na mais linda e mágica noite que levará ao amanhecer de um novo ano, nova oportunidade, novas possibilidades, novas conquistas e realizações, sucesso e prosperidade.

Acredite, você pode começar tudo de novo!!!

FELIZ ANO NOVO!

É a sua vida que está em jogo, a alegria está em suas mãos…

Levantou-se, colocou a xícara vazia sobre a mesinha, acariciou o gato que cochilava preguiçoso, olhou mais uma vez para a janela, continuava a chover e o frio aumentava, tudo indicava que seria uma noite longa e triste.
Tentou se concentrar na leitura, mas era impossível, seu pensamento misturava passado e presente, tinha medo do futuro, nada devia esperar além de noites vazias e frias, solidão, pensou: “quantas mais virão além dessa?”

Passava das oito, dirigiu-se para a mesa na sala de jantar, tão grande, tão limpa e arrumada, sentiu uma angústia invadir-lhe o peito.
Olhava para aquela mesa enorme, posta com esmero, parecia ouvir vozes e canções, crianças correndo, risos…  Tempos atrás esta mesa estaria repleta, muita alegria no ambiente, não se falaria de coisas tristes e também não seria permitido estar só!
Porém nesta noite fria e chuvosa, longe de sua terra e de sua gente, havia apenas um, alma solitária, vivendo das lembranças, das descobertas tardias, sentindo o passar dos anos como o passar dos minutos.
Terminado o jantar apanhou o copo de licor e voltou para a biblioteca, o pelo cinza e espesso do gato arrepiava ao toque carinhoso da mão amiga, retribuía os carinhos com dengos e gracinhas.
Não chovia mais. Vinha de longe uma melodia alegre seguida de risos, provavelmente era da casa vizinha, lembrou-se de que ele também fora jovem, tivera muitos amigos, participava ativamente das festas de fim de ano.  Amara muito a vida! Divertira-se também.
Por alguns momentos conseguiu ser verdadeiro diante de si mesmo e chorou, vislumbrou a possibilidade de unir corpo e espírito em um exercício de RENOVAÇÃO, na certeza de realizar novos sonhos!

A alegria está justamente no entusiasmo renovado, na certeza da vitória, desejando muito, vontade firme e determinada de conquistá-la e recuperá-la!

 

De novo é Natal!

Por isso as peças natalinas vão saindo de caixas, prateleiras, armários, lojas e lentamente vão compondo uma paisagem especial para comemorar!
São inúmeras bolas coloridas, flores diversas, laços, fitas, velas perfumadas de todas as formas e cores, cordões dourados, laminados, prateados, anjos, estrelas, enfeites em arranjos variados, cheios de sons e luzes, muitas luzes!
A guirlanda, especialmente preparada, enfeita a porta de entrada saudando a quem chega:

 “Entre, esta é uma casa cristã e o Natal é a grande festa cristã. Seja bem vindo, Ele está para chegar!”

É uma festa que nos leva a repensar, meditar, a buscar a renovação, deixar o velho e seguir o novo. Voltar os olhos para o horizonte e vislumbrar a grandiosidade do mundo do qual fazemos parte, percebendo que não existe fim, somente começos e não se faz tarde para quem quer descobrir o caminho que leva a Manjedoura Divina, o caminho certo!

Que esta noite seja de paz, a mais linda e encantadora noite feliz.
A mais linda,  encantadora e feliz noite de Natal.
O Natal do Amor, da Fé, do Otimismo e da Esperança.
Que os nossos corações estejam unidos ao coração do menino Jesus e possamos, assim unidos, sentir a força mágica do Amor, pois afinal, de novo é Natal!

Aproveitemos a festa mágica do Natal para amar e renovar!
FELIZ NATAL!!!

O Natal se torna ainda mais especial!

Se, durante o ano, Deus colocou muitas pedras na minha caminhada, lembrou-se de por também mãos fortes e seguras que me ampararam para que não viesse a me machucar.

Mãos que sempre se estenderam na hora da necessidade, que nunca apontaram em gesto de censura, que nunca condenaram, simplesmente ajudaram.
Corações amoráveis que nunca questionaram, mas em palavras suaves aconchegaram e fortaleceram.
Mãos e corações dos queridos amigos que nunca me faltaram!
Pequenos sóis que aqueceram dias tão frios.
Estrelas brilhantes que iluminaram as noites mais tristes.
Aroma suave que envolve todo o ser.  Recordações guardadas no coração como encantadoras jóias.
Uma sensação fantástica que não se pode explicar para que não se perca o seu verdadeiro significado.
Amizade verdadeira…  é luz, é cor, é amor!

Aos meus amigos tão queridos…
Desejo que este Natal seja verdadeiramente cristão: na prece singela, no trabalho fraterno, na mudança interior, na alegria, na compreensão, na esperança e na fé, acreditando em dias melhores que hão de chegar!

Assim… o Natal se torna ainda mais especial!

O Natal é mágico!

O NATAL é mágico porque traz até nós a certeza de que podemos ser felizes, de que podemos amar, sem restrições de crença, de cor, de nível social, no Natal as criaturas sentem que Jesus faz parte de nossas vidas assim como nós fazemos parte do mundo criado por um único Pai de bondade e beleza infinitas de misericórdia e esperança!
Na noite de Natal sempre que possível, busquemos bem dentro do nosso coração, a canção mais pura e singela, a lembrança daquele que é o nosso estímulo de transformação e equilíbrio, capaz de unir o fraco e o forte, o branco e o negro, aquele que pode promover o encontro do velho e do novo, do pai e do filho, do avô e do neto, de adversários em tréguas de paz e a esperança de ver unido e harmonizado o mundo todo, através da renovação e do amor!
A magia desta data se solidifica no nosso íntimo, sempre através da união festiva com os amigos e com aqueles a quem amamos, portanto deixemos fluir o mais profundo sentimento de solidariedade e fraternidade e vamos nos envolvendo na luminosidade e brilho da FESTA MÁGICA DO NATAL…

Como diz a canção:
A festa cristã do velho e do novo, do amor como um todo
Bom Natal e o Ano Novo também…
E seja feliz…  quem souber o que é o bem!

A árvore de Natal

O Natal revive costumes originários de vários países e de épocas diversas.

Nem todos os historiadores aceitam 25 de dezembro como o dia preciso do nascimento do Cristo.
Os contestadores alegam que, na época do Império Romano, os pagãos comemoravam entre os dias 21 e 23 de dezembro, o solstício de inverno, a noite mais longa do ano no hemisfério norte.
Provavelmente, este tenha sido o motivo pelo qual a Igreja Católica adotou a data para o aniversário de Jesus, por ser uma noite longa, de comemorações, isto a partir do século IV.

Sabemos também, que existem inúmeras estórias e lendas para justificar os símbolos natalinos, dos enfeites, das luzes e até mesmo da ÁRVORE DE NATAL.
Uma graciosa lenda buscando explicar a origem da árvore de Natal, nos conta que havia 3 árvores próximas ao presépio: uma oliveira, uma tamareira e um pinheiro, que desejavam honrar o recém-nascido.

A oliveira ofereceu suas azeitonas, a tamareira suas tâmaras, mas o pinheirinho não tinha nada para oferecer, ficou muito triste por isso e num pedido solitário e poderoso rogou ao céu que o ajudasse, pois gostaria imensamente de participar da homenagem ao lindo recém-nascido.
Sua solicitação foi tão sincera e fervorosa que lá do alto, as estrelas ouviram seus lamentos e diante daquele pedido tão cheio de amor e fé, não conseguiram resistir e então desceram do céu e pousaram sobre os galhos do pinheiro, oferecendo-se como presente, o mais lindo e brilhante presente que o Menino Jesus pode receber naquela noite.

Apesar de divergências e dúvidas, o Natal é uma festa!

Uma festa de amor, renovação do Cristo em nossas vidas, em sintonia com a Luz Divina!!!

Sagrada família

O nosso presépio era maravilhoso, repleto de personagens e histórias, mas o que mais chamava a atenção e o que nos fazia ainda mais dedicados era a manjedoura vazia… Eu explico:

A figura do menino Jesus só era integrada a “sagrada família” na noite de natal, após a “missa do galo”.
E o mais interessante desta história é que dentre todos os netos, vovô escolhia o mais aplicado para transportar a pequena imagem da igreja até o cestinho no presépio caseiro.
Era uma honra tão grande que todos entravam numa disputa acirrada visando o divino translado.
Chegando próximo ao final do ano, procurávamos nos comportar, tirar boas notas, ser mais dedicados, solícitos,  bem comportados com familiares e amigos, ou seja, não brigar, não falar “palavrões” essas coisas.
Aquela pequena procissão da igreja ao presépio, não sai da minha memória, era um ato sagrado, divino, que unia a família em gestos singelos, dessa forma vovô nos ensinou o verdadeiro significado da “sagrada família”.
Após as bênçãos de Deus o amor fortalecia a família, a ceia simples mas farta, era servida e entre cantos e risos o Natal a tornava ainda mais sagrada!

A nossa sagrada família!!!

O presépio

A lembrança mais singela e mais profunda que tenho desta época é o presépio.
O presépio que vovô montava, um mês antes das festas natalinas, era imenso, muitos personagens e significados, cada peça trazia uma estória, e a tradição era integrar um novo personagem a cada ano.
Não era hábito a troca de presentes, mas a compra de uma peça nova para o presépio era sagrada,
Eu me lembro muito bem que sua montagem era uma festa, aquelas criaturinhas de barro ou cerâmica  iam saindo das caixinhas embrulhadas em papel de loja (aquele cor de rosa, lembra?!) ou de pão (é, o pão era embrulhado em pedaços de papel especial para esse fim… bons tempos!), com muito cuidado desembrulhávamos as nossas preciosidades. Vovô nos orientava com muito carinho.
Eu e meus primos nos reuníamos durante algumas tardes e nos dedicávamos com muita seriedade a este trabalho, mas claro que não faltavam as discussões, as brigas e o “fazer as pazes”, constantemente, mas riamos e nos divertíamos a valer.
Ao termino da tarefa, tudo montado e pronto, vovó trazia suco e bolo e podíamos brincar a vontade no quintal,  era esse o melhor momento do natal, o nosso natal, livres a correr e compartilhar de uma alegria indescritível e inesquecível.
O presépio da família, do amor, do encontro, da responsabilidade, da alegria de estarmos juntos!

Como é bom recordar, reviver e se emocionar novamente…

Amor singelo

Um dos retalhos mais valiosos que descobri remexendo minha antiga caixa me leva a uma viagem no tempo de criança, quando não tínhamos tantas opções, onde a vida era simples mas muito divertida.
Os brinquedos feitos de pedaços de madeira e do que sobrava da cozinha da mamãe, latas de óleo ou de massa de tomate, barbantes, caixas de papel grosso, pedaços de tecidos, coisas que não tinham mais valia, eram tesouros em nossas mãos.

A tecnologia ainda estava longe mas amizade e fraternidade moravam ao lado.
Não existia competição, até porque não tínhamos com o que competir, eu não tinha, mas meu vizinho, meu parente, meu amigo também não tinha, era simplesmente brincar!
Rir, se divertir, se sujar, se lambuzar com os doces caseiros que vinham da casa da vovò ou da bisa.
Infância simples, singela, amorosa, alegre, feliz!

Será que isso tudo, tem esse significado porque éramos crianças, ingênuas e simplórias, ou porque as relações eram puras e sinceras?
Será que o mundo nos mudou tanto assim? Será que a batalha da competição nos transformou em criaturas holográficas, ou ainda existe, guardadinho em nossas caixas de retalhos, bem lá no fundinho, pedacinhos de quem somos, escondidos, prontos para reviver, se emocionar, se encantar com tanto amor singelo, amor verdade, amor compreensão, amor a vida, alegria sempre!
Rir, chorar, abraçar, cantar, correr, comer, sem medo de ser feliz!
Será?!
Vale a pena uma reflexão e quem sabe, uma decisão: mudar para um amor singelo, leve, tranqüilo, suave e valioso. A decisão está no seu coração… Decida!

Natal, a festa cristã

A aproximação da data nos fez pensar a respeito do tema, a partir daí muitas idéias e assuntos diferentes se apresentaram à nossa mente, decidimos pelo NATAL, COMO UMA FESTA CRISTÃ…
Mas mesmo assim, falar o que?
Por quê?
Porque traz até nós a caridade, a benevolência, a abnegação, a vontade de seguir sempre acertando, crescendo e aprendendo, isso tudo na figura doce, meiga e mágica do MENINO-LUZ.

O pequeno Jesus, nascido de Maria e de José, na presença do brilho das estrelas e no canto do vento frio do inverno palestino, trouxe ao mundo o ensinamento maior do Pai Criador: o Amor!
Muito difícil não se deixar levar pela magia desta data, buscando os muitos “natais” de nossas vidas, o tema nos faz lembrar, especialmente, da ansiedade, quando ficávamos contando nos dedos o dia da chegada do menino Jesus, das novenas, das flores da igreja, da casa toda enfeitada, do cheiro gostoso da comida, dos doces, do bolo e do pão doce da casa da vovó, do refrigerante que só chegava até nossa mesa na noite de Natal, do abraço do padrinho, das brigas com os primos, da “missa do galo”, dos presentes, das visitas, das roupas novas, do presépio, das grandes e coloridas árvores enfeitadas com pequeninas lâmpadas que ficavam piscando numa cadência perfeita e tão mágica…
O Papai Noel e as músicas suaves que nos falavam de uma “noite feliz”.
Um “rei” que nascera para nos trazer a esperança e a paz! Tantas lembranças…
Não importando se o Natal era rico ou pobre, o que importava era a alegria e felicidade, a simplicidade de alma, na certeza do companheirismo, da fraternidade, da busca da união e da família.