A caixa se abre e viajamos no tempo…

Quando decidi dividir, compartilhar e curtir essas lembranças com os amigos e parceiros, não tinha ideia de quantos “retalhos” vão sendo esquecidos e quão valiosos foram em cada etapa já cumprida, vivida, sofrida, amada, detestada… Foram dias sorridentes, chorosos, esperançosos, especiais, chatos, vulneráveis, sensíveis… E assim vai…
Ficaríamos horas enumerando ou nomeando cada momento, cada sensação, emoção ou sentimento.
Nossa caixa se abre e viajamos no tempo, buscando reviver e encontrar o verdadeiro significado, com o objetivo de fortalecimento, na esperança de que cada pedacinho que está dentro desse baú possa receber uma nova e gratificante função, um novo significado de viver e existir.

Remexer nessa caixa de retalhos, me levou ao início da nossa conversa, quando sentada no chão, no quintal da casa de meus pais, decidi compartilhar as lembranças, sentimentos e emoções guardados no fundo do baú. Os pedacinhos vão sendo reencontrados, separados e lentamente reunidos formando uma lindíssima colcha de retalhos.

Não me enganei quanto aos sentimentos que podemos depositar e reencontrar no comovente e gratificante “recontar a nossa história”.

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