A Páscoa está chegando!

A “malhação do Judas” no sábado, chamado de “aleluia”, mobilizava toda a molecada da rua, todos reunidos no largo da Matriz, era uma tremenda algazarra!

Lembro que, numa dessas ocasiões, alguém resolveu colocar o nome da “vizinha chata” na gravata do boneco…
Imaginem a confusão que foi!
Tempos bons… Éramos felizes…
A alegria marcava presença.
Quantas travessuras…

No final, tudo se resolvia com café e bolo de fubá na casa da vovó!

Recordo que, na Páscoa, meu avô nos surpreendia com ovinhos de chocolate espalhados pela casa, depois de uma busca alegre em competição com os primos, encontrávamos os pequenos presentes, nos reuníamos no amplo quintal e saboreávamos aquelas guloseimas com a certeza de que éramos felizes, simplesmente felizes…
Uma felicidade ingênua, amorável!

Será que isso tudo, tem esse significado porque éramos crianças ingênuas e simplórias, ou porque as relações eram puras e sinceras?
É triste pensar que tantas crianças nunca viveram isso, não saibam quem foi Jesus, nem porque temos “folga” na sexta-feira ou por que ela é chamada de “santa”…
Não sabem o que esses “feriados” representam.
Será que o mundo nos mudou tanto assim?
Ou ainda existe, guardadinho em nossas caixas de retalhos, bem lá no fundinho, pedacinhos escondidos, prontos para reviver e se emocionar,?!

Vale a pena uma reflexão e quem sabe, uma decisão: mudar para um amor leve, tranqüilo, suave e valioso.

 A decisão está no seu coração… Decida!

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