O Natal é mágico!

 

O NATAL é mágico porque traz até nós a certeza de que podemos ser felizes, de que podemos amar!

A magia desta data se solidifica no nosso íntimo, sempre através da união festiva com os amigos e com aqueles a quem amamos!

 

Deixemos fluir o mais profundo sentimento de solidariedade e fraternidade e vamos nos envolvendo na luminosidade e brilho da FESTA MÁGICA DO NATAL…

 
A alegria está justamente no entusiasmo renovado, na certeza da vitória, desejando muito com vontade firme e determinada

De novo é Natal!

Por isso as peças natalinas vão saindo de caixas, prateleiras, armários, lojas e lentamente vão compondo uma paisagem especial para comemorar!
São inúmeras bolas coloridas, flores diversas, laços, fitas, velas perfumadas de todas as formas e cores, cordões dourados, laminados, prateados, anjos, estrelas, enfeites em arranjos variados, cheios de sons e luzes, muitas luzes!

 

A guirlanda, especialmente preparada, enfeita a porta de entrada saudando a quem chega:
 “Entre, esta é uma casa cristã e o Natal é a grande festa cristã. Seja bem vindo, Ele está para chegar!”

É uma festa que nos leva a repensar, meditar, a buscar a renovação, deixar o velho e seguir o novo. Voltar os olhos para o horizonte e vislumbrar a grandiosidade do mundo do qual fazemos parte, percebendo que não existe fim, somente começos e não se faz tarde para quem quer descobrir o caminho que leva a Manjedoura Divina, o caminho certo!

Aproveitemos a festa mágica do Natal para amar e renovar!
Assim… o Natal se torna ainda mais especial!

O ADVENTO!

Já falamos sobre ele, mas é sempre bom relembrar:

O  advento…
Prepare-se Ele está para chegar!,

No calendário religioso este tempo corresponde às quatro semanas que antecedem o Natal.

E tempo de espera e esperança, de estarmos atentos e vigilantes, preparando-nos alegremente para a vinda do Senhor.

Advento (do latim Adventus: “chegada”, do verbo Advenire: “chegar a”)
Para os cristãos, é um tempo de preparação e alegria, de expectativa, esperando o Nascimento de Jesus Cristo.
Vivem o arrependimento e promovem a fraternidade e a Paz.

O Advento começa às vésperas do Domingo mais próximo do dia 30 de Novembro e vai até as primeiras vésperas do Natal contando quatro domingos.

 

Esse tempo visa em especial, a preparação para a celebração do Natal, a vinda de Jesus entre nós.

Por isto, o Tempo do Advento é um tempo de piedosa e alegre expectativa.

O seu início é conhecido tradicionalmente como o dia certo para montar a  árvore de natal.

 

 

 

A liturgia nos impulsiona a reviver alguns dos valores essenciais como a alegria, a esperança,  a conversão.

O Salvador virá; daí a alegre expectativa, que deve nesse tempo, não só ser lembrada, mas vivida, pois aquilo que se espera acontecerá com certeza.

O tempo do Advento é tempo de esperança porque Cristo é a nossa esperança.

Esperança na renovação de todas as coisas, na libertação das nossas misérias, pecados, fraquezas, na vida eterna, esperança que nos forma na paciência diante das dificuldades e tribulações da vida.

No Advento, precisamos nos questionar e aprofundar a vivência que leva a confiar, se abandonar e depender inteiramente de Deus que conduz à verdadeira humildade e mansidão.

(Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre)

A coroa de advento

 

Na confecção da coroa eram usados ramos de pinheiro e cipreste, únicas árvores cujos ramos não perdem suas folhas no outono e estão sempre verdes, mesmo no inverno.

Os ramos verdes são sinais da vida que teimosamente resiste; são sinais da esperança.

 

Em algumas comunidades, os fiéis envolvem a coroa com uma fita vermelha que lembra o amor de Deus que nos envolve e nos foi manifestado pelo nascimento de Jesus.

A figura geométrica da coroa, o círculo, tem um bonito simbolismo, sendo uma figura sem começo e fim, representa a perfeição, a harmonia, a eternidade.

Na coroa, também são colocadas quatro velas referentes a cada domingo que antecede o Natal.
A cada semana uma vela é acesa.

A luz vai aumentando na medida em que se aproxima o Natal, a festa da luz que é Cristo, quando a luz da salvação brilha para toda humanidade.

Quanto às cores das quatro velas, quase em todas as partes do mundo é usada a cor vermelha.

No Brasil, até pouco tempo atrás, costumava-se usar velas nas cores roxa ou lilás, e uma vela cor de rosa referente ao terceiro domingo do Advento, quando celebra-se o Domingo de Gaudete (Domingo da Alegria), cuja cor litúrgica é rosa. Porém, atualmente, tem-se propagado o costume de velas coloridas, cada uma de uma cor, visto que nosso país é marcado pelas culturas indígena e afro, onde o colorido lembra festa, dança e alegria.

(Origem: Pe. Agnaldo Rogério dos Santos
Reitor dos Seminários Filosófico e Teológico da Diocese de Piracicaba)

 

Bailarina e Sonhadora!

Hoje vou falar de uma pequena garota que conheci há algum tempo…

Seu nome é Gabriela*, bailarina e sonhadora!

Nossos caminhos se cruzaram após ela realizar uma viagem a Europa para fazer um estágio em uma das mais renomadas companhias de balé do mundo.

Havia retornado de um longo período fora do país e embora tivesse pouca idade, sua experiência já podia ser comparada a uma profissional mais velha, com vivência de palco e técnica elaborada.

 

O motivo pelo qual nos conhecemos era sua dificuldade em se readaptar as regras familiares que regiam a casa paterna.

Para que possamos entender melhor esta história é preciso voltarmos um pouco no tempo…

 

Gabriela* se dedicava ao balé desde muito pequena, sua rotina, bem como sua vida era a dança, ia para o colégio a tarde, por isso todas as manhãs eram para as aulas e ensaios. Não tinha tempo para as brincadeiras naturais de sua idade, seus pais, muito rígidos, não permitiam festinhas, passeios ou amizades fora do ambiente da dança.

 

 

 

Sempre participava de festivais e concursos, e quando essas datas se aproximavam sua dedicação era redobrada.

Assim foi por um bom tempo, até que, ao participar de um famoso festival de balé, seu esforço foi reconhecido e sua oportunidade chegou!

Gabriela* ganhou uma bolsa de estudo fora do Brasil e lá se foi ela para uma aventura que mudaria para sempre sua história de vida.

Acostumada ao aconchego da família e aos mimos do lar, especialmente da mãe, a primeira coisa que Gabriela* teve que aprender foi se “virar” sozinha.

Nunca havia deixado a casa dos pais, quanto mais cruzar o oceano e viajar para além mar completamente só.

Enfrentou todo tipo de dificuldades, desde as mais básicas como idioma, alimentação, hospedagem, autocuidado, e tantas outras relacionadas à sua carreira, como por exemplo, maus tratos dos professores e castigos físicos quando não atingia a expectativa de seus mentores que sempre exigiam perfeição.

Enquanto Gabriela* relatava sua história de dificuldades e falta de respeito (pelo menos ao ver de nossa cultura e educação), controlava as lágrimas que teimavam em aflorar em meus olhos.

Imaginava aquela pequena criança, franzina, branquinha, esguia, a repetir incansavelmente movimentos e mais movimentos até o corpo não suportar mais, bolhas e calos nos pequenos pés que mal cabiam numa sapatilha surrada, num ambiente hostil e com a responsabilidade de não decepcionar aos pais, aos professores e a si mesma.  Me questionei se não seria uma carga pesada demais para tão pequenina criatura…
Enquanto meus pensamentos se faziam presentes, Gabriela* me olhou nos olhos, e disse: – Não estou aqui para que tenha pena de mim… Quero voltar a conviver em harmonia com meus pais e minha família!
Confesso que fiquei sem graça, ela tinha razão: – Tudo bem! Vamos lá!

Continuamos nossa conversa e ao término de nosso encontro percebi que tivera diante de mim não mais uma pequena garota, mas uma mulher forte, segura e corajosa, cujo objetivo era fazer com que seus pais a percebessem assim.

Depois de tantas vivências, sua vida nunca mais seria a mesma, retornara uma mulher e profissional experiente, não mais aquela garotinha mimada que deixara a casa dos pais algum tempo atrás. A dificuldade estava em convencer sua mãe, seu pai e irmão disso! Para eles o tempo não havia passado, aguardavam Gabriela* retornar como se ela tivesse ido ali do lado…

Tivemos outros encontros, várias conversas, reflexões e antes de encerrarmos nosso trabalho, Gabriela* concluiu que estava preparada para iniciar uma nova etapa em sua vida.

Apesar de ter realizado seu grande sonho, atingido seu objetivo e suas expectativas, a conclusão era muito decepcionante para continuar.

A realidade passava longe do glamour e da beleza dos palcos, sonhado e imaginado por tanto tempo, o trabalho era árduo e pouco reconhecido, tanto esforço em nada compensava, a exigência era além da sua capacidade de realizar, concluiu que era o momento de parar, dedicar-se a si mesma, retomar sua vida “humana” o mais rápido possível, fazer tudo o que tinha vontade sem se preocupar se atrapalharia seu dia ou sua noite. Dormir tarde, acordar tarde, sair com amigos, ir ao cinema, namorar e voltar a estudar, como qualquer outra garota da sua idade.

Lembro que quando comunicou sua escolha aos seus pais, estes ficaram olhando sem saber o que fazer, se chorar ou se sorrir, se abraçar ou “bronquear”…

Após algum tempo de conversa perceberam que aceitar era inevitável, afinal Gabriela* não tinha intenção de mudar sua decisão!

Para encurtar esse papo, posso dizer que a garotinha que saiu do Brasil retornou mulher feita, decidida e amadurecida.

Seus pais levaram um tempo para se acostumar com a nova Gabriela*, cheia de si e determinada, mas como todos os pais, percebendo que “sua garotinha” estava feliz, se renderam e tudo ficou bem!

Gabriela* se formou em música e dança, abriu sua própria escola e trabalhou com crianças, ajudou muitas delas a realizar seu sonho: ser uma bailarina!

Como costumo dizer, o tempo passou e nunca mais encontrei Gabriela*.
Soube por amigos que se casou, teve filhos e continuou a se dedicar a arte de dançar, mas agora sem sonhar, com os pés no chão a dançar pelos “palcos da vida”!

Não mais bailarina e sonhadora, mas uma mulher experiente e profissional realizada!

Mais um “retalhinho” foi encontrado na minha “caixa de retalhos”!

Amo a vida…

Amo minha “caixa mágica”!

(* Gabriela é um nome fictício)

PRESENTE DE DEUS!

Caminhando pela praia

Vi o dia amanhecer

Céu azul e o sol nascente
Percebi que Deus existe

Onipresente…
Em cada ser vivente!

 

Admirando a natureza
Sentimos sua presença

No verde da montanha
No infinito do mar

 

Num compasso ritmado
As ondas vão e vem.

Numa dança ritual
Os pássaros a voar

Brisa leve e perfumada
Para o Senhor saudar!

Sou feliz por fazer parte
De cenário encantado

 

 

Afinal…

Deus me presenteou
Com mais um dia renovado!

 

Pedacinhos de nós mesmos!

Quando decidi, a quase 3 anos atrás,  repartir minhas lembranças, reflexões, pensamentos, histórias de vida, relembrar pessoas, momentos que deixaram marcas, até mesmo registrar singelas homenagens, com o simples objetivo de recordar, não fazia ideia do quanto seria gratificante receber em troca tanto carinho!

 

A nossa “caixa de retalhos”, como afetuosamente chamamos este projeto, é como uma caixa de recordações.
Como mágica nossa história está ali, dentro de uma caixa de retalhos, guardada em algum canto qualquer…

Cada um desses retalhos é como uma peça, um componente de nossa história, é na verdade, um pedacinho daquilo que vivemos por todos esses anos.

Momentos de descontração e emoção. Lembranças vão surgindo em nossa mente e aquecendo nosso coração.

Lembranças e boas risadas…
Muitas lágrimas, tantos abraços, inúmeros beijos…
Sorrisos, esperanças, decepções, conquistas, perdas, realizações…
Uns chegaram, outros partiram…

Aniversários, casamentos, festas na escola, viagens, visitas, o primeiro dia disso, daquilo e assim a coisa vai se ampliando e percebemos que cada objeto, cada pessoa ou situação tem sua própria história pra contar, são como presentes que temos a felicidade de reencontrar!

Retalhos de nós mesmos, daquilo que fomos, somos e seremos.

 Pedacinhos de nós mesmos!

Assim é a “caixa de retalhos” de nossas vidas!

Amo a vida…

Amo minha “caixa de retalhos”!

Simplesmente assim…

Aprendi que o amor se expressa num abraço forte e sincero.

Que o afeto se traduz em sorrisos, as vezes tímidos, outras vezes exageradamente abertos, no aperto de mão forte e amigável, na confiança de um relato íntimo e surpreendente!

 

 

As palavras são substituídas pela alegria de demonstrar livremente as emoções mais sinceras!

Gratidão por estarmos juntos, por aprendermos juntos,  partilhar e compartilhar momentos únicos em nossas vidas!

É o mais puro amor… profundo e verdadeiro!

 

Posso recomeçar!

 

Mais uma vez brincando com as palavras:

 

 

 

 

Trago comigo a emoção…

De aceitar a transformação!

Duvidei que podia realizar

Mas a vida é mesmo mágica,

E me fez acreditar.

Hoje com toda renovação,

Trilho a estrada da afeição

E sei que mais uma vez,

Sentindo a vida pulsar,

Com toda gratidão…

Posso recomeçar!

 

 

Pois eu lhes digo que é a mais pura verdade!

As vésperas de completar 3 anos de existência, nossa “caixa de retalhos” se abre novamente nos proporcionando reflexões amorosas e fraternas, para nos mostrar o “caminho certo”, para nos lembrar “do principal” e reverenciar aqueles momentos de nossa vida esquecidos no fundo do baú!

Vamos lá…
Recomeçar!

Nessa minha longa caminhada, tive relacionamentos de amizade, encontros pessoais e profissionais, tive experiências geniais e muitas vezes tão especiais que se transformaram em retalhos inesquecíveis guardados na minha caixa.

Prometo que falaremos sobre essas pessoas tão fortes e guerreiras, vencedoras em lutas tão descomunais que parece roteiro de novela, mas é vida real!

Acreditem, elas existem e me ensinaram a ser uma pessoa bem melhor!

É possível que jamais venhamos a nos encontrar, a vida segue nos levando por caminhos bastante diferentes.
Mas não importa!
Ficou o encontro, a vivência, a experiência, ficou o perfume da sinceridade, da simplicidade e acima de tudo da “gratidão amorosa”!

O que mais me marcou nesses encontros e vivências foi a capacidade da transformação através do acolhimento e do afeto!

Nesta fórmula encontramos doses de muitos sentimentos que atuam como combustível para movimentar a máquina humana, dando-nos a sensação de “existir”.

A lista desses sentimentos é encabeçada pelo amor, seguido do afeto, passando pelo respeito, fechando com a gratidão, gratidão por estarmos juntos, por aprendermos juntos e por termos partilhado e compartilhado momentos únicos em nossas vidas!

Pois eu lhes digo que é a mais pura verdade!

Mais uma vez repito: Valeu a pena!

Valeu muito ter vivido…
Amo a vida!

A fábula da águia e da galinha

Esta é uma história que vem de Gana um pequeno país da África Ocidental, narrada por um educador popular, James Aggrey, quando se davam os embates pela descolonização.

Certa vez um camponês apanhou um pássaro, a fim de mantê-lo em cativeiro.
Conseguiu pegar um filhote de águia. Colocou-o no galinheiro junto às suas galinhas.

O filhote de águia cresceu como uma galinha.

Passados alguns anos, o camponês recebeu em sua casa a visita de um naturalista. Enquanto passeavam pelo jardim, conversaram…

Naturalista: Esse pássaro aí não é uma galinha. É uma águia.

Camponês: De fato,é uma águia. Mas eu a criei como galinha. Ela não é mais águia.
É uma galinha como as outras.

Naturalista: Não. Ela é e sempre será uma águia.
Seu coração fará com que volte a voar às alturas.

Camponês: Não. Ela virou galinha e jamais voará como águia.

Então decidiram fazer uma prova.
O naturalista tomou a águia e ergueu-a bem alto desafiando-a, dizendo:
- Já que você de fato é uma águia, já que você pertence ao céu e não à terra, então abra suas asas e voe!

A águia ficou sentada sobre o braço estendido do naturalista.
Olhava distraidamente ao redor. Viu as galinhas lá embaixo ciscando grãos e pulou para junto delas.

O camponês comentou:
- Eu lhe disse, ela virou uma simples galinha!

- Não, tornou a insistir o naturalista. – Ela é uma águia. E uma águia sempre será uma águia. Vamos experimentar novamente amanhã.

No dia seguinte, o naturalista subiu com a águia no teto da casa.
Sussurrou-lhe:
- Você é uma águia, abra suas asas e voe!

Mas, quando a águia viu lá embaixo as galinhas ciscando o chão, pulou e foi parar junto delas.

O camponês sorriu e voltou a carga:
- Eu havia lhe dito, ela virou galinha!

- Não, respondeu firmemente o naturalista. – Ela é águia e possui um coração de águia. Vamos experimentar ainda uma última vez. Amanhã a farei voar.

No dia seguinte, o naturalista e o camponês levantaram bem cedo.
Pegaram a águia, levaram-na para o alto de uma montanha.

O naturalista ergueu a águia para o alto e ordenou-lhe:
- Você é uma águia, pertence ao céu e não à terra, abra suas asas e voe!

A águia olhou ao redor. Tremia, como se experimentasse nova vida. Mas não voou.
Então, o naturalista segurou-a firmemente na direção do sol, de sorte que seus olhos pudessem se encher de claridade e ganhar as dimensões do vasto horizonte.
Foi quando ela abriu suas potentes asas. Ergueu-se, soberana, sobre si mesma.
Então algo novo aconteceu…
Do fundo do seu corpo galináceo, uma águia, há muito tempo adormecida e esquecida, acordou, se apossou das asas e, de repente, ela voou…
Voou, e nunca mais retornou.


 

 

 

 

 

Existem pessoas que nos fazem pensar como galinhas.
E acreditamos que somos efetivamente galinhas.
Porém é preciso reagir e acordar a águia adormecida e esquecida… e ser águia.
E jamais se contentar com os poucos grãos que jogam ao chão para ciscar.

Abrir as asas e voar. Voar como as águias.
As águias são do céu e não da terra…

 

Pense a respeito e faça sua escolha!

 

 

 

Extraído de artigo publicado pela Folha de São Paulo, por Leonardo Boff, teólogo, escritor e professor de ética da UERJ