Nossa caixa se abre e reconta nossa história!


Nossa caixa se abre e viajamos no tempo, na esperança de que cada pedacinho que está dentro desse baú possa receber uma nova e gratificante função, um novo significado de viver e existir, com o objetivo de nos fortalecer.

 

Quantos “retalhos” foram esquecidos e quão valiosos foram em cada etapa já cumprida, vivida…
Foram dias sorridentes, chorosos, esperançosos, especiais, chatos, vulneráveis, sensíveis.

E assim vai…


Olhando para nossa “caixa”, é possível ver que a estrada percorrida tinha muitas curvas, altos e baixos, vários buracos e infinitas pedras. Mas os passos firmes, seguros e determinados nos levaram ao final e nos ajudaram a cruzar a linha de chegada e fizeram de todas essas vivências, experiências únicas numa jornada de conquistas e realizações!

 

Ficaríamos horas enumerando ou nomeando cada momento, cada sensação, emoção ou sentimento.
E assim os “retalhinhos”, pedacinhos de nós mesmos, vão sendo reencontrados, separados e lentamente reunidos formando uma lindíssima colcha de retalhos… a nossa “colcha de retalhos”!

 

Nossa história, agora recontada através de novos significados a partir de uma mesma lembrança.

 

Quantos sentimentos podemos reencontrar no comovente e gratificante “recontar a nossa história”.

 

Pois a mágica da vida
Todos os dias vem nos acordar
Para a felicidade encontrar
E a alegria renovar!

Um carnaval inesquecível!

E não foi só isso não!

O melhor ainda estava por vir!

A festa carnavalesca continuava a todo vapor, já tínhamos curtido algumas matinês e estávamos nos preparando para mais uma noite de folia.

A banda tocava como sempre, lembrando que o palco sofrera avarias em noite anterior, por isso estava mais estreito e os músicos se concentravam no centro dele.

A noite ia alta e a folia intensa!
Brincávamos com muita alegria, fazíamos muitas amizades e a diversão era garantida!

Em determinado momento, o cantor, um rapaz franzino, baixinho e de voz aguda, foi fazer um “voleio”, dando um agudo com os olhos fechados e… caraca!!! Despencou do palco com tudo!

Depois do barulhão percebeu-se que o cantor havia caído do palco!

Foi mais um susto…

Até hoje não se sabe ao certo o verdadeiro motivo da queda, diziam uns que ele estava bêbado, outros que estava tonto de tanto cansaço, outros até que estava apaixonado… enfim…
Sabe-se lá o que aconteceu, o fato é que o rapaz veio abaixo como uma fruta madura!

Felizmente não se feriu gravemente, apenas alguns arranhões e hematomas, principalmente no olho esquerdo.

Como o show tem que continuar…

Após receber cuidados médicos retornou ao palco e terminou mais uma noite de carnaval!

Desde o início naquele trem apertado, quente e sufocante, até a nossa despedida dias depois da folia, tenho lembranças divertidas daquela época, uma cidade hospitaleira, afetuosa e que me proporcionou um dos melhores carnavais da minha juventude!

Foi um carnaval verdadeiramente inesquecível!!!

Sinto falta da simplicidade da festa, das brincadeiras, das amizades e da alegria imensa que vivemos naqueles dias que já vão muuuito longe…

Fiz inúmeros amigos que mantive por um bom tempo, até que a vida, seguindo seu curso nos separou e cada um seguiu seu caminho.
Se tornaram médicos, dentistas, delegados, enfermeiras, alguns se casaram, com filhos, sem filhos, outros se mantiveram solteiros….

A vida sempre segue seu curso!

 

Não mais encontrei aquela turma, mas, com muito carinho, os tenho guardados na minha “caixa de retalhos” e o bom é que posso reencontrá-los quando desejar, porque moram no meu coração e são “retalhos” admiráveis e amorosos!

Quando me lembro destes fatos, fico feliz por ter vivido experiências tão enriquecedoras, se boas ou ruins, se adequadas ou não, se foi tudo o que esperava ou não, não importa, importante é que, como diz o poeta: “emoções eu vivi!”

 Posso abrir minha “caixa”, repleta de cores, formas e tamanhos e deixar fluir o que de melhor existe: meus retalhos coloridos!

Tantas coisas para contar… Para relembrar, refletir, imaginar, sonhar!

 

São pequenas partes, como uma colorida colcha de retalhos, aonde um vai se unindo ao outro harmoniosamente formando um maravilhoso todo:  a minha vida!  Ou não?!

 

 

 

 

 

AMO CARNAVAL!!!

Busque em sua “caixa de retalhos” um “retalho” divertido e sorria!

O carnaval foi chamado de Entrudo por influência dos portugueses da Ilha da Madeira, Açores e Cabo Verde, que trouxeram a brincadeira de loucas correrias, mela-mela de farinha, água com limão, no ano de 1723, surgindo depois as batalhas de confetes e serpentinas. 

 

Recebemos forte influência dos rituais festivos e religiosos trazidos da África, legando para as gerações seguintes o costume de se fantasiar no carnaval. Os cordões possuíam música própria, desfilavam com estandarte e eram comandados pelo apito de um mestre.

Daí a importância que tiveram para a formação das futuras escolas de samba.

Com a chegada da transmissão em cores, no início dos anos 70, o carnaval passou a ser encarado como um espetáculo.
O samba-enredo pediu e ganhou passagem e vem, ao lado das marchinhas que ainda resistem nos blocos, assegurando a nossa tradição carnavalesca.

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Após muitas horas de uma viagem desconfortável, estava exausta, um pouco assustada, porém imensamente curiosa.

Fomos recebidas pelos tios de minha amiga de forma hospitaleira e tivemos uma estadia agradável e inesquecível!

A casa era simples e ampla, quartos grandes individuais e uma sala com iluminação natural com móveis antigos e bem conservados, lembrava essas casas de fazenda em que vemos na TV, para mim parecia um sonho, um sonho de adolescente!

 

Visitamos e recebemos inúmeras visitas.
Cada parente, amigo ou conhecido que ficava sabendo de nossa presença aparecia por lá!  Outra experiência nova…
Assim foi por alguns dias até que, finalmente, chegou a tão esperada festa.

Aí começa outra história, não sei se comédia ou tragédia… kkkk.
Espere pra ver!  Você decide!

O salão, único da cidade, ficava no centro, na pracinha, próximo a igreja, cenário típico das cidades pequenas do interior, me lembrava, mais uma vez, de um filme ou novela…
Estavam programados 3 matinês e 4 noites de folia.
Não perdemos nenhum!

Quando me recordo disso, nem acredito que consegui essa proeza!
Bons tempos em que as pernas aguentavam e o corpo reagia favoravelmente…kkk.
Hoje não faria… com certeza não!

Por esse motivo tenho esse “retalho” especialmente guardado.

Foi… digamos… surreal…
Era um salão pequeno para muitas pessoas, móveis, como cadeiras e mesas, bastante antigos, mas isso não importava, o “povaréu” se divertia a valer!
No palco, também pequeno e estreito, uma banda de lá mesmo, tocava marchinhas e algumas outras músicas carnavalescas, como o frevo, por exemplo.

Ia tudo muito bem até que de repente, ouviu-se um barulhão… A música parou e todos correram para ver o que acontecera… Por incrível que pareça, um buraco se abriu no meio do palco… as tábuas cederam, com o peso dos músicos e a vibração o chão cedeu e formou um imenso buraco… Felizmente ninguém se feriu e nada atrapalhou a festa, que ficou parada por apenas alguns minutos!
Alguns rapazes entre uma seleção de músicas e outra, colocou alguns calços e tudo seguiu normalmente.

Foi mesmo inusitado!
Porém esses acontecimentos é que fizeram deste carnaval inesquecível, pessoas simples, alegres e que não se deixaram abater por um probleminha qualquer!

Hoje quando me recordo da cena, é impossível conter o riso, imaginem no momento… foi sensacional! Gargalhadas por muito tempo! Bons tempos não?! A gente é feliz e não se dá conta. Pequenos acontecimentos divertidos que fazem de nossa vida uma experiência impar.

 

Tenho refletido:
- Qual será o motivo que nos leva a esquecer disso e dar tanta importância e peso a determinados acontecimentos?! Tornando nosso caminho tão enfadonho e triste?!

A vida está aí para ser vivida, não importa como passamos por ela, ela é soberana e segue seu curso… O que nos acontece hoje, será história amanhã. Para que mágoas e tristezas?!

Hoje é carnaval!!!

 

É proibido estar triste, sorria, a vida é breve e nossa passagem por ela é importante e marcante demais para desperdiçarmos tempo com coisinhas pequenas e sem valor!

Reflita e faça sua escolha.

 

 

Busque em sua “caixa de retalhos” um “retalho” divertido e sorria, divirta-se com suas lembranças, afinal você viveu isso; é muito bom lembrar o quanto foi divertido e resignifique esse momento, ou seja, descubra a força da ALEGRIA e dê outro rumo na sua história!!!

AMO CARNAVAL!!!

 

 

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Apareceram os blocos e cordões

Apesar de estrondoso sucesso dos bailes de salão, foi na esfera popular que o carnaval adquiriu formas genuinamente autênticas e brasileiras.

Apareceram os blocos e cordões, grupos que originaram mais tarde as escolas de samba. 

No Brasil, bloco carnavalesco é um termo genérico usado para definir diversos tipos de manifestações carnavalescas populares. Designa um conjunto de pessoas que desfilam no Carnaval, de forma semi-organizada, muitas vezes trajando uma mesma fantasia, ou vestidas do modo que mais lhe agradar.
Geralmente constituem uma agremiação.


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Depois de alguns carnavais passados na minha cidade, brincando nos bailes das matinês no clube em que éramos sócios, recebi um convite para passar o próximo em uma cidade do interior de São Paulo, um tanto longe de onde morava.

Depois de alguns “vai e vem”, consegui autorização, fiz as malas e iniciei uma nova aventura!

Era a primeira vez que viajava sem minha família, uma amiga tinha parentes no interior e para lá fomos nós!

Tudo novo… tudo surpreendente…

A viagem de trem foi uma verdadeira descoberta, apesar de todas as dificuldades, os famosos “perregues”, foi muito divertida!

Era mais gente do que lugar, dificilmente se conseguia um banco para sentar, as malas passavam sobre as nossas cabeças, tudo bem apertado, mas nada disso alterava a alegria daquele povo, cantavam sem parar e ríamos com vontade, até “doer a barriga” como se diz por aí…

Foi inesquecível…

Uma garotinha urbana e cheia de mimos, ingênua e simplória, embarcando em uma nova aventura em direção a mais um “carnaval”, quem diria…

 

O “reinado de MOMO”!

O rei Momo é inspirado na mitologia grega, em que Momos era um personagem mitológico que personificava a ironia e o sarcasmo. No Brasil, este personagem mitológico foi adaptado para as festas carnavalescas, tornando-se um dos principais símbolos do carnaval.

 

No Brasil, o Rei Momo surgiu no carnaval carioca, em 1933, quando um boneco de papelão foi incorporado ao desfile como sendo o rei do Carnaval carioca. No mesmo ano, a idéia saiu do papel e um jornalista gordo foi às ruas vestido de monarca.

O rei Momo deve ser uma pessoa que goste muito de carnaval…

A exigência de ser gordo vem sendo abandonada nos últimos anos, considerando-se os problemas de saúde causados pela obesidade.
O rei Momo deve ser simpático, brincalhão, divertido e bem humorado, pois é ele que vai animar e comandar as festas de carnaval.

 

Em algumas cidades como, por exemplo, o Rio de Janeiro existe uma tradição em que o prefeito entrega a chave da cidade para o rei Momo. Desta forma, simbolicamente, o rei Momo governa a cidade nos quatro dias de folia.

 

 

Atualmente, cada cidade, em que há carnaval organizado, escolhe um rei Momo através de eleições (votam pessoas ligadas à organização do carnaval).

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Das muitas lembranças que tenho do carnaval, uma delas é muito especial!

Não foi a primeira, mas a mais marcante, talvez pela idade em que me encontrava, talvez pelo fato de ser longe da minha cidade e também porque havia muita gente simpática e divertida com as quais fiz amizades que duraram bem mais que um carnaval!

Amores não aconteceram…mas foi divertidíssimo!

Visitávamos meus tios paternos que moravam em uma cidade no sul do estado de Minas Gerais, tinha acabado chegar e estava encantada com o que via.

Por lá o carnaval era nas ruas com vários blocos e inúmeras brincadeiras com água e farinha, achei incrível, estava na calçada observando aquela multidão se divertindo, quando inesperadamente recebi um punhado de farinha e um jato de água bem no “meio da cara” fazendo uma meleca me deixando toda suja daquela massa de farinha.

Era um convite para participar do cordão carnavalesco, foi maravilhoso, “pulei” e dancei por horas, fiquei exausta e muito feliz!

Algo simples, ingênuo e imensamente alegre, ali não havia malícia e nem tão pouco “rolava” bebida alcoólica, bebemos muita água e refrigerante, rimos a valer das fantasias, caricaturas e maquiagens estranhas que se apresentavam a todo o momento!

 

Voltei para casa com a sensação de que tinha sido o melhor carnaval de toda a minha vida!

 

Por algum tempo até que foi, pois me lembrava com muitas saudades daquele bloco cheio de novidades e emoções que divertiu tanto uma garota simplória nos seus 15 anos, mas vieram muitos outros de igual ou maior intensidade…

AMO CARNAVAL!!!

 

 

Estamos próximos de comemorar mais uma “folia de Momo”!

O carnaval é uma festa amada e odiada!

Ao mesmo tempo em que é desprezada, é esperada ansiosamente por milhares de pessoas que dedicam seu trabalho por um ano inteiro para vivenciar a magia de cruzar alguns metros de uma avenida em grande estilo e fervor.

É a cara dos brasileiros, dizem alguns, mas acredito que esta festa vai muito mais além, pois revela a qualidade e a competência de uma verdadeira indústria de sonhos e esperanças.

 

Um trabalho em equipe sonhado por empresários, pequenos e grandes, trabalhadores dedicados, que representam com amor e respeito à empresa a qual pertencem!

Quem me conhece sabe que procuro extrair de todas as situações que a vida apresenta seu melhor lado e sua mais preciosa lição.

Não me cabe julgar o “como” a grade maioria das pessoas vivencia a grandiosidade de tal festa, sei que uns exageram e deixam a desejar em seus comportamentos, mas estou aqui para refletir sobre o outro lado, aquele que coloca o nosso país na condição de apresentar algo impar e visualmente deslumbrante!

Certa vez, trocando idéias em um seminário sobre “festas populares e comportamento”, um dos mestres revelou que: “se todos desfilassem ou curtissem a alegria do carnaval, não precisaríamos de psicólogos…”
Muito interessante refletir sobre esta colocação, sinal que, vindo de um conceituado estudioso do comportamento humano, podemos dizer que temos um lado lúdico e terapêutico nessa festa chamada de “Momo”.

Se existe uma corte, que ela seja reverenciada, se existe um propósito, que seja conquistado!

 

 

 

 

Sem falar nos chamados “blocos carnavalescos” que hoje são unanimidade nas ruas de inúmeras cidades, levando milhares de pessoas a brincarem com amigos e familiares ao som das músicas e danças características da festa!

 

É o carnaval fazendo seu papel de “festa popular” nesse grande Brasil…

 

Durante esses dias vamos nos encontrar para falarmos sobre alguns símbolos representantes dessa festa fabulosa!

Aos que são contra, minhas desculpas…

Amo essa festa fantástica e colorida que se espalha diferentemente por toda a nação brasileira!!!

AMO CARNAVAL!!!

“Brinquei” muito, nas ruas, nos salões e tenho muitos “retalhos” especiais guardados em minha “caixa mágica”, minha amada “caixa de retalhos”!

 

Vivemos de escolhas…

Podemos escolher por um caminho ou outro.

Podemos nos manter ranzinza, deprimido, sozinho e por aí deixarmos a mágoa invadir e ficarmos entristecidos e doentes ou podemos buscar outro caminho muito melhor…

Procurar um motivo forte para trilhar em direção a saída mais conveniente para enfrentar a situação difícil pela qual estamos passando.

Por muitas vezes, escolhemos uma estrada barulhenta, movimentada que não nos é útil, torna o nosso caminhar mais longo e cansativo, além de dificultar a nossa chegada.

A alegria é um caminho mais curto e, embora, as vezes nos pareça mais tortuoso, pode facilitar a nossa caminhada e determinar o “como” vamos chegar!

Vivemos para aprender e aceitar os desafios como instrumentos valiosos para fortalecer a nossa capacidade de reação.

Deus nos concede, a cada dia, uma página nova no livro do tempo e da vida.
 

Reflita e faça a sua escolha!

Está em suas mãos.

Você pode sorrir diante da dificuldade e seguir em frente na estrada da vida ou ficar parado na beira do caminho, chorando, e deixar passar valiosa oportunidade!

Escolhi trilhar pela “alegria”!

A  alegria é marca constante daqueles que acreditam e têm fé na vida!

Faça a sua escolha!

Odoyá Iemanjá! Salve a rainha dos mares, dos oceanos, nossa sereia sagrada!

No candomblé e na Umbanda a  Orixá Iemanjá é dona das águas salgadas e é também considerada a mãe de todos Orixás.

Ela é a força da natureza que protege os lares e as famílias!

 

 

A majestade dos mares.

 

Iemanjá está na cabeça, está presente em todos os rituais.

Chamada também como a Deusa das Pérolas, Iemanjá é aquela que apara a cabeça dos bebês no momento do nascimento.

Essa força da natureza também tem um papel muito importante em nossas vidas, pois é ela que vai reger nossos lares, nossas casas.
É Iemanjá que vai dar o sentido de “família” a um grupo de pessoas que vivem debaixo de um mesmo teto.
Ela é a geradora e personalidade ao grupo formado por pai, mãe e filhos, transformando-os num grupo coeso.

Ela cuida da pesca e de todos os seres aquáticos que habitam os mares.

 

Existe um sincretismo entre as santas católicas Nossa Senhora dos Navegantes, Nossa Senhora da Conceição e Nossa Senhora da Glória.
Em alguns momentos, inclusive em festas, as santas católicas e africanas se fundem.
No Brasil, tanto Nossa Senhora dos Navegantes como Iemanjá têm sua data festiva no dia 2 de fevereiro.
Costuma-se festejar o dia que lhe é dedicado, com uma grande procissão fluvial.

Em Salvador, ocorre anualmente, no dia 2 de fevereiro a maior festa do país em homenagem à “Rainha do Mar”. A celebração envolve milhares de pessoas que, trajadas de branco, saem em procissão até o templo  onde depositam variedades de oferendas, tais como espelhos, bijuterias, comidas, perfumes e toda sorte de agrados.

 

 

 

 

 

Mitologia

Filha de Olokun, Iemanjá nasceu nas águas. Teve três filhos: Ogum, Oxossi e Exu.
Conta a lenda que Ogum, o guerreiro, filho mais velho, partiu para as suas conquistas; Oxossi, que se encantara pela floresta, fez dela a sua morada e lá
permaneceu, caçando; e Exu, o filho problemático, saiu pela mundo.
Sozinha Iemanjá vivia, mas sabia que seus filhos seguiam seus destino e que não podia interferir na vida deles, já que os três eram adultos.

Segundo a crença do Candomblé seus filhos e filhas são serenos, maternais, sinceros e ajudam a todos sem exceção. Gostam muito de ordem, hierarquia e disciplina. São ingênuos e calmos até demais, mas, quando se enfurecem, são como as ondas do mar, que batem sem saber onde vão parar. São vaidosos mais com os cabelos. Suas filhas sabem seduzir e encantar com a beleza e mistérios de uma sereia. Geralmente, as filhas de Iemanjá têm dificuldade em ter filhos, pois já são mães de coração de todos.

Dia: Sábado

Cor: Branco, Prateado, Azul e Rosa

Símbolo: Abebé prateado.

Elementos: Águas doces que correm para o mar, Águas do mar

Domínios: Maternidade (educação), Saúde mental e Psicológica

Saudação: Erù-Iyá, Odó-IyáI

 

* Lembrando que podem ocorrer algumas diferenças entre alguns aspectos, divergindo dos já conhecidos.

Fontes pesquisadas:

mariapadilhadasalmas
wikipedia
portalumbanda.com
ocandomble.wordpress.com

 

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O “caixa de retalhos” presta uma pequena homenagem à “Rainha dos Mares”!