SIMPLES ASSIM…

Rimos e choramos.
Pode ser de alegria, ou talvez de tristeza.
De saudades, ou pelo que conseguimos conquistar!

Somos fracos, mas também somos fortes.

 

Escondemos e ao mesmo tempo escancaramos sentimentos que nos permitem emocionar!
Demonstramos sem pudor o que nos faz cativar!
Queremos controlar.

Tentamos a vida segurar.
Sem sucesso!

Percebemos que não é possível impedir o dia de chegar.
O relógio de marcar.
A lua brilhar.
Nem a noite acabar!

 

Então…

Deixamos acontecer…

 

 

O vento soprar.

O sol brilhar.

O mar nos encantar.

A vida levar!

 

 

 

 

Deixamos o amor aproximar.

O coração aconchegar.

E também deixamos…

A alegria contagiar!

 

 

Vivemos, sentimos, choramos, rimos, abraçamos, beijamos, adormecemos e despertamos, sempre na certeza de que a vida vale a pena!

Simples assim… 

 

 

ESTE É PARA REFLETIR

OLÁ!

Acompanhando os últimos acontecimentos e fazendo as minhas reflexões diárias me veio à mente o quanto dependemos uns dos outros.

Independente de posição social, financeira, cultural, religiosa ou seja lá o que for, estamos entrelaçados de tal forma que quando nos damos conta estamos envoltos uns com os outros e não adianta se debater, é isso aí e pronto!

Ricos e pobres, inteligentes e nem tanto, negros, brancos, amarelos, ocidentais ou orientais. Pequenos e grandes. Empresários e operários.

Todos, dependemos uns dos outros!

Chato isso!

Quantas vezes você já ouviu falar disso?!

Outra vez essa conversa.

É assim que costumamos rebater esse assunto, pois é muito difícil admitir que podemos ser dependentes de determinadas pessoas, aquelas que odiamos, que não aceitamos, que consideramos inferiores, que estão aquém de nossa qualidade ou capacidade e assim vai.

Mas a mágica da vida está em perceber o quanto é saudável e interessante essa dependência!

 Pais, professores, amigos, parentes, enfermeiros, médicos, engenheiros, ajudantes gerais, porteiros, orientadores e milhares de outros!

 

Não seríamos quem somos sem nossos pais, bons ou ruins.
Nossos professores, dedicados, competentes ou nem tanto.
Amigos e/ou parentes presentes, ausentes ou simplesmente por acaso.
Ajudantes de maneira geral, enfermeiros, atendentes, médicos, pedreiros, mestres, engenheiros, padres ou religiosos.
Onde moramos, vivemos, sofremos, realizamos, amamos, adoecemos, se essas pessoas não estivessem lá o que seria de nossas vidas?!

Ah tá! Você não precisa deles?! Ok! Respeito.
Não precisa de ninguém. Muito bom! Respeito mais uma vez!

Mas tenho a certeza que dia mais, dia menos, vamos precisar de seus serviços, préstimos, conselhos, consultas, amparo, sustento, emprego, festas, velórios, celebrações, na doença, na saúde.

Nossa relação com os demais é um aprendizado constante.

 

Somos úteis e carecemos da utilidade do outro, não somos nem mais nem menos, somos indivíduos que aprendem juntos, se emancipam, se tornam melhores ou, às vezes, piores, com a convivência do outro.

 

 

Fique bem claro que não estou defendendo nenhuma tese do bem conviver com qualquer um, não!

Estou apenas refletindo sobre a importância de todos e com todos no nosso viver. Isso é um fato e contra o fato não há tantos argumentos assim.

Vamos refletir sobre assunto tão interessante e deixar a vida seguir seu curso nos mostrando o que devemos aprender!

Se não conseguirmos fazer grandes mudanças,  que sejam pequenas mas constantes e aos poucos, todo o cenário em volta permitirá avanços maiores, sempre!

Viver é mágico e conviver é oportunidade divina de aprendizado!

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DIVINA LIÇÃO

Me bateu uma saudade imensa deste post…
Por isso estamos revendo-o.

Foi um momento muito especial em minha vida.
Foi verdadeiramente inspirado no Mais Alto, quando mais precisava deles:
Coragem e Confiança.

Para quem já viu vale relembrar e para quem ainda não conhece espero que agrade e sirva de inspiração!

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“Certa vez, ao caminhar decidida por uma estrada tortuosa, senti que meus pés flutuavam.  Era inexplicável, apesar de extremamente agradável!
Flutuava cada vez mais rápido e percebia a paisagem de um ângulo diferente.
As árvores pareciam tão mais frondosas e altas, as flores eram muito mais bonitas e o lago possuía uma cor reluzente, não percebia as dificuldades do caminho e muito menos era preciso fugir dos buracos. Era uma sensação maravilhosa!
Assim como estava, tudo parecia lindo, simples e perfeito.
Mas como era possível?!  O que estava acontecendo?!

Quase não consegui terminar a frase, pois de um susto percebi que dois anjos me seguravam, um da direita, outro da esquerda.
“Meu Deus!” Pensei.
- Quem são vocês?! Perguntei.
- Meu nome é CORAGEM.Respondeu o primeiro.
- O meu é CONFIANÇA.  Disse-me o segundo.

- E o que fazem comigo tão belas criaturas? Por que me carregam?!
- Nós não a carregamos amiga. Somente despertamos em ti tua força interior. É ela que te faz flutuar, perceba.
- Como isso é possível?   Perguntei ainda mais assustada.
- Se acalme. Respondeu-me a CORAGEM. Quando me aproximo, tua FORÇA INTERIOR começa a pulsar, como um motorzinho e te faz ir a frente.
- E quando isso acontece, tua FORÇA se torna tão FORTE que me chama próximo a ti. Concluiu a CONFIANÇA.
E assim conosco a teu lado, podes seguir mais rápido, em segurança e percebendo como a Vida a sua volta é bela!
Me disseram os dois anjos em conjunto.
- E como é essa força que, dizem vocês, habita o meu íntimo?   Perguntei pasma.
- É DIVINA, é o Grande Pai que colocou em teu ser, assim que foste criada.
- Como assim? Perguntei, sentindo forte emoção e quase em lágrimas.
- Simples. Responderam. É DEUS  que habita o teu interior e se faz sentir todas as vezes que CORAGEM e CONFIANÇA são necessárias para cruzar uma estrada difícil, seja pelo perigo, seja pelo medo. Mas assim que decides seguir adiante, cá estamos, chamados por Deus para contigo estar. Sempre ao teu lado, velando pelo teu sucesso!
- Muito agradecida… Balbuciei sem mais poder conter as lágrimas e a emoção. Era como se todo o meu ser, tão pequeno até então, se iluminasse e crescesse muito, muito.
Ajoelhei e orei, agradeci do fundo do meu coração a lição recebida.
- Não é preciso nos agradecer. Siga e seja feliz! Estaremos contigo sempre que precisar.
Deus abençoa quem nele confia!”                                 

E num instante acordei.
Era um sonho.  Será?   Não sei!
O importante é que ficou a DIVINA lição:

Coragem e Confiança, fazem despertar a grande força interior que nos leva rapidamente a atingir nosso objetivo.
Apesar da dor e do sofrimento, pode acreditar, estamos sempre envolvidos n
as bênçãos de Deus!

CONFIE E SIGA EM FRENTE…

 

Reorganizar a vida… Coisas e pessoas…

Caminhamos tanto tempo por uma mesma estrada tão rápido e consumidos pelas necessidades que nos esquecemos de observar ao redor.

As curvas, as árvores, as montanhas, rios e mares, areia e grama, asfalto e terra…

E assim a paisagem vai mudando a cada etapa percorrida, mas seguimos tão entretidos conosco mesmo, com nossas tristezas, carências, desesperanças, que não percebemos a beleza da caminhada e tudo o que está ao nosso alcance, proporcionado pela mágica da vida!

 

 

Você aí pode estar perguntando: e as coisas boas, não acontecem?!

Eu respondo: acontecem sim, porém esquecemos tão rápido quanto caminhamos…

E é essa a nossa reflexão…

 

Sugiro uma mudança:
Ter sempre na lembrança bons momentos da nossa infância.
Alegria de criança. Sorriso de esperança.

Parece filosofia barata, mas não é!
A vida esta no tamanho certo e na medida exata para o nosso aprendizado.

Depois de tal reflexão, trago comigo uma profunda emoção.
Houve um tempo em que duvidei que podia realizar.
Mas, a vida é mesmo mágica!
Mudou o rumo da estrada.
E mostrou um novo caminhar.
Recobrei o ânimo, enxuguei as lágrimas, firmei o passo e segui.

Foram dias difíceis e assustadores, mas todas as vezes, e foram muitas, que pensava em parar ou desistir, juntava o pouquinho de força e coragem que ainda existia e caminhava, seguia meu destino com a confiança de que atingiria e cruzaria a linha de “chegada”!

E hoje…
Trilho essa estrada com determinação.
Me envolvi na magia e decidi seguir em frente.
Aceitei o desafio e, mais uma vez, vou recomeçar!

 

Qual o caminho certo?
Aquele que nos leva ao encontro com a coragem, confiança e fé!

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Deixar fluir o que de melhor existe!

Hoje eu acordei com saudades de mim mesma…

É, isso mesmo…
Sabe… Aquela saudade gostosa de quem fomos um dia?!
Tantas coisas para relembrar, imaginar, sonhar,  enfim…
Uma criança sempre disposta a conquistar seu lugar ao sol.

Sonhadora, alegre, feliz, determinada.
Rir muito sem saber por que.
Chapear na poça d’água após a chuva da tarde.
Correr, saltar, dançar, cantar!

Jogar “queimada” e voltar pra casa toda “ralada” porém realizada por ter vencido a turma da “outra rua”!

Comer doces sem se preocupar o quanto vai engordar.
Comer pipoca assistindo filmes “melosos” na TV e se acabar de chorar com o beijo final dos “mocinhos”.
Visitar a vovó e ouvir suas muitas histórias sempre tão lindas e emocionantes.

Saudades dos papos com meu “velho” pai, suas risadas contagiantes e seus inventos mirabolantes.

Tenho saudades dos meus sonhos de menina, de garota e de quem acreditava que podia ser muito feliz!

 

Saudades de ser a menina da novela, a jovem do balé, a senhora elegante, a rainha do luxuoso castelo.

Hoje senti saudades dos desenhos da velha televisão:

-  “O Manda Chuva” e suas armações para se dar bem.

“Zé Colméia, Catatau e guarda Belo” com suas confusões no parque em meio aos piqueniques.

“Tartaruga Touchet” e seu fiel escudeiro “Dundum”, sempre vencendo os malvadões.

E tantos outros!

Lembro que ria a valer de situações ingênuas e simplórias mas que sempre deixavam uma mensagem de amizade, companheirismo e sentimento de ética.
Amava tudo isso!

Das primeiras séries que passavam uma vez por semana e que reuníamos a família para assistir:
“Perdidos no espaço”, “Combate”, “Bonanza” e outras que, quem é da época vai se lembrar, rsrsrs…
Era bom demais!

Recordar é mesmo reviver!

As lembranças vão fluindo numa corrente de alegria.
São pequenas partes de um grande todo, grãos de areia que pertencem a praia imensa!

 

 

O tempo passou e nós crescemos, nos tornamos adultos.
A vida se tornou complicada, estressante, tudo nos parece difícil, distante…
A criança perdeu seu lugar e se encolheu, escondeu-se, adormeceu…
Sinto saudades de mim mesma…

Vivemos, sentimos e não podemos apagar.

 

E uma coisa não podemos negar, nossa vida é repleta de cores, formas e tamanhos, ou não?!

Podemos abrir nossa caixa e deixar fluir o que de melhor existe: nossos retalhos coloridos! 

Retalhos de nós mesmos, daquilo que fomos, somos e seremos.

Talvez tenha chegado a hora de acordar para trilhar a estrada de reencontro com a alegria, o sorriso, a felicidade!
Chorar, rir, abraçar, beijar, adormecer e acordar… Viver, sentir…

Deixar fluir o que de melhor existe!

COMO UM PÁSSARO FERIDO…

Por esses dias estive refletindo sobre inúmeras situações…

Percebi o quanto de nós fica no outro e quanto do outro fica em nós…

São tantas coisas…

Boas e ruins…

Já pensaram nisso?!

Pensando assim, me recordei de uma amizade que imaginei ser verdadeira, mas que sucumbiu ao primeiro “tremor” a primeira “ventania”!

Sei que você também já passou por isso e sei também que passaremos por muitas outras ainda, afinal não vivemos isolados e nem ao menos estamos isentos, nesse mundo aloprado, de vivenciar situações frustrantes e de ficarmos imensamente magoados.

Porém, conversando com meu mestre, meu orientador, ele foi enfático e surpreendente, disse-me com toda a simplicidade que lhe é peculiar:

- É como o passarinho que nos chega machucado e carente de cuidados, temos amor por ele, cuidamos de seus ferimentos, o alimentamos, o protegemos do frio ou do calor e aguardamos ansiosos por sua recuperação. Certo?!

- Certo! Esperamos que ele fique bem…

- Então, quando chega o “grande dia”, nos sentimos importantes por soltá-lo novamente na natureza para que siga seu caminho, sua jornada… Não é mesmo?!

- Sim… essa é a nossa vontade!

 

- Pois bem, por que agimos assim tão despretensiosamente com um pequeno animal que pertence ao reino de Deus e sabemos que ali é seu lugar e o levamos com todo amor e cuidado para que reassuma seu lugar e quando se trata de pessoas, nos consideramos superiores ou até mesmo “donos” de suas vidas e exigimos comportamentos, esperamos que tenham atitudes de acordo com nossos valores ou que tenham sentimentos monitorados por nosso orgulho, vaidade e presunção?!

- O pássaro recuperado que deixa o ninho jamais retorna…

Ele segue adiante em busca de coisas novas, de aprendizado, vai em busca de si mesmo!

Assim é que deve ser…

 

- Devemos nos lembrar que pessoas entram e saem de nossas vidas com a importância que damos a elas, que sua função principal é nos ensinar, especialmente aquela lição que temos maior dificuldade em aprender e que, provavelmente, já “repetimos” lá pra trás, por muitas vezes!

Portanto temos que agir como se fossem pequenos pássaros machucados e carentes que nos chegam.

Recebem nosso aconchego, nosso carinho, damos calor, alimento, acolhemos em nosso lar, mas quando estiverem fortes e saudáveis seguirão seu caminho, voltarão ao seu habitat, recuperados e livres!

E nós devemos nos sentir agradecidos, pois certamente aprendemos muitas coisas com esse encontro, esse contato e relacionamento se transformará em lembranças de amizade e fé!

É como o pequeno pássaro que, recuperado, jamais retorna ao ninho…

É assim que deve ser!

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Terminei nosso encontro naquela tarde ensolarada de um verão iluminado na certeza de que aprendera mais uma lição:

“Pessoas entram e saem de nossas vidas com a função principal de nos ensinar a sermos melhores, menos egoístas, menos orgulhosos e que é muito bom sabermos que o nosso esforço foi recompensado, se não pelo “retorno do investimento”, mas pela consciência de que fizemos o nosso melhor!”

Que assim seja… é assim que deve ser!

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A LENDA DA FÊNIX

Para refletirmos sobre o ciclo da vida…

Quantas vezes nos recolhemos e parecemos arder em fogo de nós mesmos  e como por encantamento renascemos para uma nova vida, uma nova etapa, surgindo um novo ser, uma nova “fênix” despertando para uma nova caminhada!

Boa reflexão e vida nova a todos!

Estou voltando… retornando… estou de volta!

 

A fênix, o mais belo de todos os animais, simbolizava a esperança e a continuidade da vida após a morte. 

Revestida de penas vermelhas e douradas, as cores do Sol nascente, possuía uma voz melodiosa que se tornava triste quando a morte se aproximava.

Seria do mesmo tamanho ou maior do que uma águia.
Segundo alguns escritores gregos, a fênix vivia exatamente quinhentos anos.
Outros acreditavam que seu ciclo de vida era de 97 200 anos.

 

 

Segundo a lenda, apenas uma fênix podia viver de cada vez.
Hesíodo, poeta grego do século VIII a.C. afirmou que esta ave vivia nove vezes o tempo de existência do corvo  que tem uma longa vida.

No final de cada ciclo de vida, a fênix queimava-se numa pira funerária.

 

 

 

Quando a ave sentia a morte aproximar-se, construía uma pira de ramos de canela, sálvia e mirra em cujas chamas morria queimada.

Em meio a essas folhas entoava tristes melodias e cada nota lamentosa que emitia era uma evidência de sua alma imaculada.

Enquanto canta a amarga dor da morte penetra seu íntimo e ela treme como uma folha.
Suas lágrimas tem propriedades para curar qualquer tipo de doença ou ferida.

Todos os pássaros e animais são atraídos por seu canto, que soa como as trombetas do Último Dia; todos aproximam-se para assistir o espetáculo de sua morte, e, por seu exemplo, cada um deles determina-se a deixar o mundo para trás e resigna-se a morrer.

Quando lhe resta apenas um sopro de vida, a fênix bate suas asas e agita suas plumas, e deste movimento produz-se um fogo que transforma seu estado.
Este fogo espalha-se rapidamente para folhagens e madeira, que ardem agradavelmente.

 

Breve, madeira e pássaro tornam-se brasas vivas, e então cinzas.

Porém, quando a pira foi consumida e a última centelha se extingue, uma pequena fênix desperta do leito de cinzas.

 

Das cinzas erguia-se então uma nova fénix, que colocava piedosamente os restos da sua progenitora num ovo de mirra e voava com eles à cidade egípcia de Heliópolis, onde os colocava no Altar do Sol.

Dizia-se que estas cinzas tinham o poder de ressuscitar um morto.

O devasso imperador romano Heliogábalo (204-222 d.C.) decidiu comer carne de fénix, a fim de conseguir a imortalidade. Comeu uma ave-do-paraíso, que lhe foi enviada em vez de uma fénix, e foi assassinado pouco tempo depois.

 

A vida longa da fênix e o seu dramático renascimento das próprias cinzas transformaram-na em símbolo da imortalidade  e do renascimento espiritual.

Atualmente os estudiosos creem que a lenda surgiu no Oriente  e foi adaptada pelos sacerdotes do Sol de Heliópolis como uma alegoria da morte e renascimento diários do astro-rei.

Tal como todos os grandes mitos gregos, desperta consonâncias no mais íntimo do homem.

Uma última centelha se extingue, uma pequena fênix desperta do leito de cinzas.
Na arte cristã, a fênix renascida tornou-se um símbolo popular da ressurreição de Cristo.

 

 

(Para além dessas discussões sobre a veracidade da fênix, o seu relato permite a compreensão de valores bastante interessantes ao homem. O mais importante deles se refere à circularidade do tempo e o processo de renovação das coisas. No momento em que se prepara para a própria morte, a fênix demonstra claramente a limitude da existência. Em contrapartida, salienta a continuidade do mundo no momento em que só pode gerar uma nova vida mediante o fim da sua.

Por Rainer Sousa
Graduado em História

http://www.brasilescola.com/mitologia/fenix.htm)

http://sempreacrescer.blogspot.com.br/2007/08/lenda-da-fnix.html

http://pt.wikipedia.org