O rochedo, pela força divina da verdade e do amor!

O Evangelho e os Atos nos mostram a fase central – uns doze anos – desde seu encontro com Jesus.

É uma aventura movimentada, contrastante, pitoresca, mas edificante.

Jesus amou muito este homem forte e frágil, este amigo que escolheu para ser o fundamento visível de sua Igreja, primeiro apóstolo, figura de proa, à frente do navio ele navegou nas noites tempestuosas das tentações humanas e das perseguições.

O Senhor o havia formado através da rude profissão da pesca para sua futura missão de pescador de almas e homens.

 

 

Pedro, cuja imprevista carreira cristã começa na Palestina, em Betsaida a beira do Lago de Genezaré, indo até Jerusalém e Antioquia, acabou martirizado na capital Roma.

A personalidade inquieta, complexa e versátil tornou-se, pela graça de Deus, o rochedo de pedra, o fundamento da Igreja Cristã.

A oração e a emocionante conversão conduziram o Apóstolo ao equilíbrio, à prudência e à humildade simbolizada na sua morte, na cruz, de cabeça para baixo.

Foi em Roma que Pedro foi martirizado.

Conforme os Atos, ele teria pedido aos torturadores para crucificá-lo, não como seu Mestre, mas como um escravo: “- eu vos peço, crucificai-me assim, de cabeça para baixo e não de outra maneira…”

A imagem final de seu martírio, mesmo que não tenha garantia histórica, exprime bem a vida humildemente doada, seguida à imagem do Cristo mas a partir de suas fraquezas humanas

O Espírito Santo pode fazer de um pedregulho um rochedo, pela força divina da verdade e do amor!

A rocha e as ondas: assim foi a vida de São Pedro!

Simão, filho de João, nasceu em Betsaida (casa da pesca), perto do lago de Genezaré, também chamado “Mar de Tiberíades” e era pescador.

Simão, o pescador, convivia com seu irmão André e os dois filhos de Zebedeu, Tiago e João, que estarão com ele até o fim de sua história.

Eram identificados pelos doutores da época como homens iletrados e ignorantes, aquela ralé que não conhece a lei.

 

São Jerônimo comenta que “o Senhor fez tal escolha para que a conversão do mundo não fosse atribuída à eloquência e à ciência, mas à ação de Deus”.

Grandalhão e forte era homem simples e bondoso, de sensibilidade incomum, grande coração,  mas quando se irritava chegava a ser violento. Passado algum tempo arrependia-se, chegando até as lágrimas.
Os seus sentimentos variavam como as ondas do mar.
Desconhecia dificuldades, suas e dos outros, as resolvia somente com o intuito de servir!

Foi primeiramente admirador de João Batista, não perdia suas pregações a beira do rio Jordão ou no deserto.
Eis que um dia André, foi a seu encontro, estava inteiramente renovado:
“Encontrei o Messias…”  Insistiu para que Pedro fosse conhecê-lo.

Ao certificar-se da notícia do novo Messias, embora com muito respeito a João Batista, Simão foi ver Jesus.

Simão Pedro Bar-Jonas foi a porta pela qual os outros discípulos entraram.

Pedro foi o primeiro escolhido dentre os homens do mundo para discípulo do Divino Amigo, o primeiro a ter o privilégio de ouvir o “segue-me” de Jesus.

Foi esse Pedro que o dedo do Cristo escolheu, apontando-o como pedra angular da nova doutrina que o mundo ia conhecer, fundamentada no amor e na paz!

 

“- Pedro! Pedro! Tu és pedra, em que deposito toda a minha fé…”

Marcando com isso a definição do alicerce doutrinário do Cristianismo crescente.

Por que celebramos “São Pedro” em 29 de junho?!

 

A solenidade de São Pedro e de São Paulo é uma das mais antigas da Igreja, sendo anterior até mesmo à comemoração do Natal.

Por que celebramos “São Pedro” em 29 de junho?

Algumas investigações históricas e arqueológicas apontam para o fato de que Pedro teria sido morto em 29 de junho de 64 d.C.

 

Outros registros dão conta que ao terceiro século, sob o reinado de Valeriano, o paganismo vigente destruía e saqueava todos os santuários e cemitérios cristãos.

Os fiéis de Roma prevendo o sacrilégio ocultaram no fundo das catacumbas de São Sebastião na Via Appia, os corpos dos seus grandes chefes espirituais, Pedro e Paulo.

Apesar de vaga e incerta, esta tradição diz que, quando despontou a paz, foram as venerandas relíquias restituídas aos seus jazigos primitivos.

Esta transladação se deu no dia 29 de junho, razão por que o cristianismo celebra nesta data a solenidade de São Pedro e São Paulo.

O dia de São Pedro também é oportuno para recordar a trajetória desse apóstolo, que, ainda na primeira metade do século I a.C., cruzou a Palestina e chegou a estabelecer-se na cidade de Antioquia, na atual Turquia. Logo depois seguiu para Roma e começou a promover a ordenação de bispos e sacerdotes. A força espiritual e institucional de Pedro exerceu uma importância tremenda na formação da Cristandade.

Nas tradições do catolicismo popular, principalmente o brasileiro, o dia de São Pedro é comemorado com fogueira, fogos de artifício, comidas típicas, quadrilha e os demais componentes das festas juninas.

 

VIVA SÃO JOÃO !!!

Capelinha de Melão é de São João
É de Cravo é de Rosa é de Manjericão
São João está dormindo
Não acorda não !
Acordai, acordai, acordai, João!

 

 

 

 

E a gente vai cantando… até que um dia vem a pergunta:
- Afinal o que é uma Capelinha de Melão ?

Vale  registrar  que “capelinha de melão” não é o diminutivo de capela, tampouco é feito com melão.
Segundo Câmara Cascudo, o termo capelinha de melão designa um “grupo de foliões dos festejos populares sanjoanenses, ornados de capelas de folhagens.
É portanto, um folguedo popular em um pequeno povoado.
Em Portugal capela pode ser uma coroa de flores ou folhas.
Como na canção a coroa pode ser de cravo, de rosa ou de manjericão.
Em Caraúbas “a capela” é uma pequena coroa de flores feitas com flores do melão-são-caetano, que eram usados como ornamento nesses folguedos.

Acompanhado por orquestra de violão, rabeca e clarineta solista (atualmente incluem-se sanfona e pandeiro), um grupo de moças, em número par, exibe-se num tablado ao ar livre, com roupas e sapatos brancos, tendo à cabeça uma capelinha de flores de melão-de-são-caetano, em torno de um diadema enfeitado com papel crespo.
No Rio Grande do Norte, a tal da “capelinha” é um folguedo junino com cânticos pastoris realizado na noite de São João.

 

 

 

 

Flor de melão de são caetano

 

De origem asiática, esse arbusto do gênero Momórdica, foi trazido para o Brasil pelos escravos africanos.
É encontrado facilmente em cercas de terrenos abandonados.
Seus frutos, quando maduros tem cor amarelo ouro com sementes vermelhas comestíveis apreciado pelas crianças.

As folhas eram usadas pelas lavadeiras para clarear a roupa.
Os escravos usavam o chá em banhos para facilitar o parto e para baixar a febre.

Seu nome foi dado pelos negros mineiros do século XVIII, que o plantavam em volta de uma capelinha em Mariana-MG. A Capelinha tinha como padroeiro São-Caetano.

 

Diz a tradição que São João gosta muito de festas e que ele adormece no dia 24 de junho pois se ficar acordado e ver as fogueiras que são acesas em sua homenagem ele não resiste e volta para a Terra.

Os fogos de artifício são lançados ao céu para “acordar o João” e chamar ele para vir para a festa !

São João é bem festeiro !

E assim a festança começa…

E agora nós podemos cantar e entender bem direitinho a canção

 “Capelinha de Melão.
É de São João.
É de cravo é de rosa é de manjericão.
São João está dormindo não acorda não…
Acordai. Acordai. Acordai João ”

VIVA SÃO JOÃO !!!

Fonte pesquisa:

http://colhendohistorias.blogspot.com.br

http://artecultura-saomigueldogostoso.blogspot.com.br
http://papjerimum.blogspot.com.br
http://www.allaboutarts.com.br
http://passaroachado.blogspot.com.br

Uma Capelinha da Santa Cruz
ou
uma “capelinha de melão”

Bandeirinhas, música e comida boa deixam o arrasta-pé animado!

Forró, quentão e canjica não podem faltar nos festejos juninos.

Mas para um arraiá ser bom de verdade, é preciso caprichar na decoração. Bandeirinhas, balões e fogueiras deixam o arrasta-pé ainda mais animado.

Você conhece a história desses símbolos?

 

 

Nos arraiais juninos encontramos muitos elementos da nossa cultura popular que traduzem a crendice de cada região.

Cada um deles tem um significado simbólico para a festa:

quadrilha, o casamento caipira, a fogueira, os balões juninos e os fogos coloridos.
Não podem faltar as bandeirolas, as simpatias e as comidas típicas.
Em alguns locais temos também a brincadeira do pau de sebo  e a lavagem do santo.

Há muitos anos, era comum que nas festas juninas as imagens dos três santos do mês, Santo Antônio, São João e São Pedro, fossem gravadas em grandes bandeiras coloridas.
Essas bandeiras eram colocadas em água em evento conhecido como lavagem dos santos.
A ideia era a purificação da água e de quem se banhasse com ela.
Com o passar do tempo, as grandes bandeiras – ainda presentes em alguns lugares – deram lugar às famosas bandeirinhas em alusão a esse ritual.

casamento caipira faz uma sátira aos casamentos tradicionais.

A apresentação do casamento na roça é muito engraçada, pois o noivo aparece bêbado, tentando fugir do altar por várias vezes, sendo capturado pelo pai da noiva que lhe aponta uma espingarda. Este conta com o apoio do delegado da cidade e do padre para que o casamento seja realizado.

 

Após a cerimônia, os noivos puxam a quadrilha.

A quadrilha, dança típica das festas juninas brasileiras é carregada de referências caipiras e matutas. A quadrilha surgiu nos salões da corte francesa e é de origem inglesa, uma dança de camponeses.

Na época da colonização do Brasil, os portugueses trouxeram essa dança, bem como seus principais elementos: os vestidos lindos e rodados (que representavam as riquezas da corte), os passos puxados na língua francesa (anarriê, avancê, tour, etc.) e os agradecimentos aos santos pelas boas safras nas plantações.

“O brasileiro é um povo muito criativo e criou a forma estilizada de dançar a dança dos nobres”, opina a arte-educadora Lucinaide Pinheiro.

A partir daí, diversas evoluções foram sendo incorporadas à quadrilha, entre elas o aumento do número de pares dançantes e o abandono de passos e ritmos franceses. As músicas e o casamento caipira que antecede a dança, também foram novidades incorporadas ao longo dos anos.

 

fogueira simboliza a proteção dos maus espíritos, que atrapalhavam a prosperidade das plantações. A festa realizada em volta da fogueira é para agradecer pelas fartas colheitas. Além disso, como a festa é realizada num mês frio, serve para aquecer e unir as pessoas em seu redor.

 

 

 

 

 

Cada santo tem uma fogueira, sendo a quadrada de santo Antonio, a redonda de São João e a triangular de São Pedro.

Os balões juninos serviam como uma forma de comunicação. Eram soltos com o objetivo de avisar parentes e vizinhos que a festança estava por começar.
Mas também foram criados para reverenciar os santos da festa, agradecendo pela realização dos pedidos, normalmente relacionados ao namoro e ao casamento.

(Lembrando que os balões podem ocasionar vários incêndios, caindo em locais perigosos e destruindo a natureza, por isso não são mais usados.)

 

 

 

 

 

Os fogos coloridos se originaram na China, também como forma de agradecer aos deuses pelas boas colheitas. São elementos de proteção, pois espantam os maus espíritos, além de servir para acordar São João com o barulho.

 

 

 

As simpatias proporcionam aos convidados maior sorte no amor.
Os santos juninos são conhecidos como santos casamenteiros, mas santo Antônio é o mais influente deles.

 

 

 

 

 

 

As comidas típicas dessa festa tornaram-se presentes em razão das boas colheitas na safra de milho. Com esse cereal são desenvolvidas várias receitas, como bolos, caldos, pamonhas, bolinhos fritos, curau, pipoca, milho cozido, canjica, dentre outros.

Com já dissemos, a lavagem dos santos é o momento em que as suas bandeiras são mergulhadas em água, para trazer purificação.

As bandeirolas representam as bandeiras dos santos, levando purificação a todo o local da festa.

 

pau de sebo é uma brincadeira com o objetivo de se ganhar uma quantia em dinheiro, que está afixada em seu topo. Com essa diversão a festa fica mais animada, pois as pessoas têm que subir no mastro, lambuzado de gordura. Muitas vezes, os participantes vão subindo nos ombros uns dos outros, até conseguirem pegar o prêmio, que acaba servindo para pagar parte de suas despesas na festa.

 

Cada região do Brasil possui um costume diferente para comemorar as festas juninas, as variações vão desde o cardápio até as vestimentas, fazendo com que haja grande pluralidade, tornando especial essa comemoração!

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 Fontes pesquisa:

http://www.ebc.com.br
http://www.brasilescola.com

Foto da mesa junina – http://www.obaoba.com.br


O que é o amor?!

 

Alguém, um dia me disse que não sabia o que é o amor .

Resolvi investigar e saí a procurar.

Encontrei um velho sábio que me disse:

- O Amor renova, inspira!
   Às vezes deixa marcas…

Encontrei um velho frei, olhando-me nos olhos, respondeu:

- O amor tem o poder de sensibilizar e também de transformar.
   Procure ao seu redor, pois amor está em todo lugar!

 

Sem desanimar fui atrás de mais respostas e outra vez, saí a procurar!

Segui em frente e encontrei um velho rei.

- Sei que tens grande poder…
   Me responda por favor, o que é o amor?!

- Não sei ao certo…
  O que posso dizer é que não amar é muito triste.
  Siga seu caminho e tente descobrir.

Fui adiante.

E um barqueiro fui buscar!

- Sei que tem conhecimento para a natureza entender…
   Me responda por favor, o que é o amor?!

Ao me olhar ele sorriu e apontou a correnteza que nos levava a seguir:
- Não sei se entendi, mas o amor me faz crescer e renascer!
  Amor… é o rio atravessar…

A resposta estava ali… simples…

O que é o amor?!

Inspiração, renovação!

O amor nos torna sensível.

Basta olhar ao seu redor e perceber quantas marcas ele deixou…

Transformou!

O amor nos faz alegre, porque amor… é jamais estar triste!

 

Depois disso entendi que o amor esta no rio da vida
Que Deus nos permite atravessar!

 


Festa de Corpus Christi

Hoje participei da festividade de Corpus Christi, apesar de não ser muito fã de ritos, considero que é uma tradição interessante e ver e sentir a manifestação de sentimentos e fé daquelas pessoas me emocionou bastante.

Como é bonito perceber a fé do povo!

Talvez devêssemos estar num estágio mais avançado no que diz respeito as crenças e manifestações, porém, repito, foi emocionante e me remeteu a infância, onde os tapetes eram confeccionados para que, durante a procissão, os fiéis e o sacerdote por ele passassem levando o Santíssimo, assim reverenciando um dos sacramentos católicos, acreditando na presença simbólica do “corpo de Cristo”.

Ali não estávamos com Cristo, mas, o Cristo é que estava em nós!

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Corpus Christi (expressão latina que significa Corpo de Cristo) é uma festa católica

É um evento baseado em tradições católicas.

Consta de uma missa, procissão e adoração ao Santíssimo Sacramento.

Quarenta dias depois do Domingo de Páscoa é a quinta-feira da Ascensão do Senhor. Dez dias depois temos o Domingo de Pentecostes.
O domingo seguinte é o da Santíssima Trindade, e na quinta-feira é a celebração do Corpus Christi.
É uma “Festa de Guarda”, isto é, para os católicos, é obrigatório participar da Santa Missa neste dia, na forma estabelecida pela conferência episcopal do país respectivo.

Corpus Christi é celebrado 60 dias após a Páscoa, podendo cair, assim, entre as datas de 21 de maio e 24 de junho.

História

Certa vez, quando o padre Pedro de Praga, celebrou uma Missa na cripta de Santa Cristina, em Bolsena, Itália, aconteceu um milagre eucarístico: da hóstia consagrada começaram a cair gotas de sangue sobre o corporal após a consagração.

Alguns dizem que isto ocorreu porque o padre teria duvidado da presença real de Cristo na Eucaristia.

O Papa Urbano IV (1262-1264), que residia em Orvieto, cidade próxima de Bolsena, onde vivia S. Tomás de Aquino, informado do milagre, então, ordenou ao Bispo Giacomo que levasse as relíquias de Bolsena a Orvieto. Isso foi feito em procissão. Quando o Papa encontrou os fiéis caminhando na entrada de Orvieto, teria então pronunciado diante da relíquia eucarística as palavras: “Corpus Christi”.

Ainda hoje se conservam, em Orvieto, os corporais onde se apóia o cálice e a patena durante a Missa e também se pode ver a pedra do altar em Bolsena, manchada de sangue.

 

 

 

 

 

 

 

Corpus Christi   é uma das mais tradicionais festas do Brasil e é comemorado no país desde a chegada dos portugueses

Tapetes, arte e religiosidade

Em muitos lugares criou-se o belo costume de enfeitar as casas com oratórios e flores e as ruas com tapetes ornamentados, tudo em honra do Senhor que vem visitar o seu povo.

No dia dedicado ao Corpo de Deus (Corpus Christi), várias cidades brasileiras, organizam procissões, que percorrem as ruas enfeitadas com tapetes.

 

 

A confecção de tapetes de rua é uma magnífica manifestação de arte popular.

A tradição de fazer o tapete com folhas e flores vem dos imigrantes açorianos.
Essa tradição praticamente desapareceu em Portugal continental, onde teve origem, mas foi mantida nos Açores e nos lugares aonde chegaram seus imigrantes, como por exemplo, Florianópolis.

Utilizando diversos tipos de materiais, como serragem colorida, borra de café, farinha, areia e alguns pequenos acessórios, como tampinhas de garrafas, flores e folhas, as pessoas montam, com grande arte, um tapete pelas ruas, formando desenhos relacionados ao Santíssimo.

No Brasil, a tradição de se fazer os tapetes de ruas acontece em inúmeras cidades, geralmente com voluntários que começam os preparativos dias antes da solenidade e varam a noite trabalhando.

Por este tapete passa a procissão, o sacerdote vai á frente carregando o ostensório e em seguida pelas pessoas que participam da festa.

 

 

 

Tudo isto tem muito sentido e deve ser preservado!

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Fontes pesquisa:

http://cleofas.com.br

http://www.portaldafamilia.org

http://pt.wikipedia.org/

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As comemorações juninas e os costumes populares

Aos poucos, as festas juninas foram sendo difundidas em todo o Brasil.

Como é realizada num mês mais frio, fogueiras passaram a ser acesas para que as pessoas se aquecessem em seu redor.
Várias brincadeiras entraram para a festa, como o pau de sebo, o correio elegante, os fogos de artifício, o casamento na roça, entre outros, com o intuito de animar ainda mais a festividade.
As comidas típicas dessa festa tornaram-se presentes em razão das boas colheitas na safra de milho, como bolos, caldos, pamonhas, bolinhos fritos, curau, pipoca, milho cozido, canjica, dentre outros.
Além das receitas com milho, também fazem parte do cardápio desta época: arroz doce, bolo de amendoim, bolo de pinhão, bom-bocado, broa de fubá, cocada, pé-de-moleque, quentão, vinho quente, batata doce e muito mais.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

As festas juninas brasileiras podem ser divididas em dois tipos distintos:

- As festas da Região Nordeste.

-  As festas do Brasil caipira ou seja, nos estados de São Paulo, Paraná (norte), Minas Gerais (sobretudo na parte sul) e Goiás.

No Nordeste brasileiro, se comemora com pequenas ou grandes festas que reúnem toda a comunidade e muitos turistas, com fartura de comida, quadrilhas, casamento matuto e muito forró. É comum os participantes das festas se vestirem de matuto, os homens com camisa quadriculada, calça remendada com panos coloridos, e chapéu de palha, e as mulheres com vestido colorido de chita e chapéu de palha. É utilizado o forró, o baião, o xote, o reisado, o samba de coco e as cantigas típicas das festas juninas.

As comemorações são bem acirradas, tornando-se forte na nossa cultura, duram um mês e são realizados vários concursos para eleger os melhores grupos que dançam a quadrilha. Além disso, proporcionam uma grande movimentação de turistas em seus Estados, aumentando as rendas da região.

 

 

Festa junina caipira

O local onde ocorre a maioria dos festejos juninos é chamado de arraial, um largo espaço ao ar livre cercado ou não e onde barracas são erguidas unicamente para o evento, ou um galpão já existente com dependências já construídas e adaptadas para a festa. Geralmente, o arraial é decorado com bandeirinhas de papel colorido, balões e palha de coqueiro ou bambu. Nos arraiais, acontecem as quadrilhas, os forrós, leilões, bingos e os casamentos matutos.

 

 

 

 

 

 

No estado de São Paulo, ainda se mantém a tradição da realização de quermesses.

Estas festas populares são realizadas por igrejas, colégios, sindicatos e empresas. Possuem barraquinhas com comidas típicas e jogos para animar os visitantes.

A dança da quadrilha, geralmente ocorre durante toda a quermesse.

 

 

Como Santo Antônio é considerado o santo casamenteiro são comuns as simpatias para mulheres solteiras que querem se casar.

 

 

No dia 13 de junho, as igrejas católicas distribuem o “pãozinho de Santo Antônio”. Diz a tradição que o pão bento deve ser colocado junto aos outros mantimentos da casa, para que nunca ocorra a falta. As mulheres que querem se casar, diz a tradição, devem comer deste pão.

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Fontes pesquisa:

http://www.ebc.com.br
http://www.brasilescola.com

 

 

 

 

ORIGEM DAS FESTAS JUNINAS

O mês de junho chegou e com ele as comemorações populares mais conhecidas e gostosas: as festas juninas!

As famosas quermesses, as festas nas escolas, nos “arraias” de instituições, de clubes e também nos sítios e fazendas por aí!

Fogueira, bebidas quentes, comidas deliciosas, música, dança e muita animação.
Difícil quem não goste de uma boa festa junina.
Muita gente espera ansiosa pelo começo de junho que é quando essas comemorações realmente acontecem por todas as partes.

 

Mas, como será que essas festas chegaram até nós, resistindo até os dias atuais?!

As festas juninas são bem antigas!

Elas surgiram na Antiga Europa, há muitos anos. Aconteciam durante o solstício de verão para comemorar o início da colheita, por isso a comida e a bebida.
O surgimento dessas festas foi no período pré-gregoriano, como uma festa pagã em comemoração à grande fertilidade da terra.
Eram organizadas pelos celtas, egípcios e outros povos.
Uma das deusas homenageadas era Juno, esposa de Júpiter, e as festas eram chamadas de “junônias”.

Na época da colonização do Brasil, após o ano de 1500, os portugueses introduziram em nosso país muitas características da cultura europeia, inclusive as festas juninas.

Foi uma longa viagem cruzando os mares e se adaptando ao novo mundo!

Assim, passou a ser uma comemoração da igreja católica, onde homenageiam três santos: Santo Antônio; São João; São Pedro.

Os negros e os índios que viviam no Brasil não tiveram dificuldade em se adaptar às festas juninas, pois são muito parecidas com as de suas culturas.

Existem duas hipóteses para o origem do termo:

  • pode vir de “São João”, nome de um dos santos homenageados, através do termo “joanina”;
  • pode vir de “junho”, mês em que as festas são celebradas.

 Os três santos

Santo Antônio, São João e São Pedro

 

 

 

 

 

 

Santo Antônio é o primeiro dos santos a ser homenageado no mês.
Sua festa é comemorada no dia 13 de junho e ele é conhecido como o santo casamenteiro, já que ajudava as moças do século XII a conseguir o dote para realizar o tão sonhado casamento.
Diversas simpatias são realizadas por mulheres que querem um namorado, noivo ou marido.

O dia de São João é o mais esperado, a festa é realizada no dia 24 de junho e, nesse dia, existem muitas festas pelo Brasil, principalmente no Nordeste.
João era filho de Isabel, prima de Maria (mãe de Jesus), segundo a Igreja Católica, foi ele quem preparou a vinda de Cristo e batizou-o no rio Jordão.

O último santo do mês é São Pedro.
Ele era um dos discípulos de Jesus e também conhecido como o fundador da Igreja Católica.
O catolicismo prega que é Pedro quem tem as chaves do céu. Sua festa é comemorada no final do mês de junho, no dia 29. Com ele, encerram-se as festividades desse mês tão celebrado.


Vamos, a partir de hoje, viajar junto com os santos católicos, os homenageados dessas datas e conhecer um pouco mais das tradições populares e culturas regionais que persistem até hoje, apesar de tanta tecnologia!

 

 

Fonte pesquisa:
http://www.megacurioso.com.br

http://pt.wikipedia.org

http://www.brasilescola.com