O rochedo, pela força divina da verdade e do amor!

O Evangelho e os Atos nos mostram a fase central – uns doze anos – desde seu encontro com Jesus.

É uma aventura movimentada, contrastante, pitoresca, mas edificante.

Jesus amou muito este homem forte e frágil, este amigo que escolheu para ser o fundamento visível de sua Igreja, primeiro apóstolo, figura de proa, à frente do navio ele navegou nas noites tempestuosas das tentações humanas e das perseguições.

O Senhor o havia formado através da rude profissão da pesca para sua futura missão de pescador de almas e homens.

 

 

Pedro, cuja imprevista carreira cristã começa na Palestina, em Betsaida a beira do Lago de Genezaré, indo até Jerusalém e Antioquia, acabou martirizado na capital Roma.

A personalidade inquieta, complexa e versátil tornou-se, pela graça de Deus, o rochedo de pedra, o fundamento da Igreja Cristã.

A oração e a emocionante conversão conduziram o Apóstolo ao equilíbrio, à prudência e à humildade simbolizada na sua morte, na cruz, de cabeça para baixo.

Foi em Roma que Pedro foi martirizado.

Conforme os Atos, ele teria pedido aos torturadores para crucificá-lo, não como seu Mestre, mas como um escravo: “- eu vos peço, crucificai-me assim, de cabeça para baixo e não de outra maneira…”

A imagem final de seu martírio, mesmo que não tenha garantia histórica, exprime bem a vida humildemente doada, seguida à imagem do Cristo mas a partir de suas fraquezas humanas

O Espírito Santo pode fazer de um pedregulho um rochedo, pela força divina da verdade e do amor!

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