Se você quer resultados diferentes, faça escolhas diferentes.

A nossa visão se tornará mais clara quando olharmos para dentro de nós mesmos.

Quem olha para fora sonha.

Quem olha para dentro descobre!

As melhores coisas da vida estão nas maravilhosas surpresas que ela nos reserva.

Portanto:

Não chore pelo que você perdeu, agradeça pelo que você tem.

Não chore por quem te abandonou, agradeça por quem está ao seu lado.

Não chore pelo teu passado, agradeça pelo teu presente.

Não chore pelo teu sofrimento, agradeça por tudo aquilo que nasceu em você depois disso.

Não chore por aquele que quer o seu mal, agradeça por quem te quer feliz.

Agradeça o poder de Deus sobre sua vida, acredite em você, seja otimista.

Tenha fé, porque a fé atrai realizações.

Agradeça, agradeça sempre!

Se a vida é feita de escolhas, escolha ser feliz hoje, amanhã e sempre!

E ninguém vai conseguir mudar isso!

Minha Pátria se chama Brasil!

Bendita seja entre todas as outras.
Rara beleza em florestas e mares.
Amada e acolhedora em sua grandiosidade.
Superior em cores exóticas e sons vibrantes.
Intrigante na união de povos e culturas.
Livre deverás ser, sempre… E para sempre!

 Ser brasileiro é ter a certeza de que nada é fácil, mas se precisar de uma “ajudinha” terá sempre alguém disposto a socorrer.

Por aqui tudo é lindo, desorganizado, ineficiente, fascinante, surpreendente, desmoralizado…

 

Não sei como é viver fora daqui, dizem que é ótimo e muito melhor.

Não sei.

Nunca saí daqui!

Aqui aprendi a ser gente, me profissionalizei, tenho uma atividade, me casei e criei meus filhos, me despedi de meu amado pai e sigo em frente.

Ser brasileiro é saber que nada acontece no horário, que temos problemas de chuva, mais ou menos, que somos o maior e o menor, que somos pobres e não perdemos a confiança!

Vivemos na “corda bamba” e nunca sabemos o “dia de amanhã”.

Saímos cedo, enfrentamos trânsito caótico, transporte falido, deficiente e muito mais. Voltamos muito tarde, dormimos pouco, nos alimentamos mal e não deixamos de acreditar!

 

Brasileiro manda bem na “caipirinha”, no “chops”, no churrasco e na pizza, gosta de praia de cerveja e de gente bonita.

Ri de si mesmo e do outro, tem bom humor e faz piada de tudo, também se não fosse assim não seria brasileiro!

Temos samba, mulatas, temos carnaval e futebol.

Nenhum deles está em alta, mas mesmo assim, batemos no peito e defendemos nossos patrimônios.

Somos ricos em hospitalidade, o casebre pode ser pequeno, mas o coração é grande!

Somos pobres em educação, porém, o popularesco explode em cultura diversificada.

Nossa saúde é confusa, ineficaz, muitas vezes faz chorar, em contrapartida, nossas matas são riquíssimas em remédios naturais e a cura se faz operar.

 

 

 

 

 

 

Dizem que isso é vergonhoso, mesquinho e pequeno…

Mas, o que importa?

Somos brasileiros!

Vivemos muitas dificuldades mas somos otimistas, nossa ingenuidade nos leva muitas vezes ao vexatório, mas não nos falta criatividade, do “limão fazemos limonada”, se o tempo é de “chorar” tem sempre alguém  “vendendo lenços”.

A pilantragem impera, mas também somos parceiros, generosos, dividimos o que temos mesmo que no dia seguinte vai faltar “pra todos”.

 

É assim que somos.

Somos brasileiros!

 

 

 

 

Ainda temos muito a aprender, crescer, cultivar, implantar, colocar, importar, exportar.

E assim vamos vivendo…

Pode nos faltar muita coisa, mas não nos falta a alegria!

Ainda teria muitas coisas  para dizer, mas vou parando por aqui, deixo para quem quiser continuar.

Afinal, costumamos dizer:
“- Sou brasileiro, não desisto nunca!”

Então…

É aqui que eu vivo, aqui eu constituí a minha vida, minha família, minha esperança e é aqui que eu sou feliz!

A minha Pátria se chama Brasil!

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Quando nossa caixa se abre… Viajamos no tempo…

O projeto “caixa de retalhos” surgiu num momento de descontração e de alegria  em contato com lembranças afetuosas do passado.

“Pedacinhos” coloridos guardados na “caixa mágica” da nossa memória e no nosso coração, como no “baú da vovó”!

Quando decidi dividir essa ideia com amigos e parceiros não imaginava quantos “retalhos” foram esquecidos em nossas “caixas” e o quão valiosos foram em nossas vidas!

Quantas etapas já cumpridas, vividas, sofridas, amadas, detestadas…

Foram dias sorridentes, chorosos, esperançosos, especiais, chatos, vulneráveis, sensíveis…

E assim vai…

Ficaríamos horas enumerando ou nomeando cada momento, cada sensação, emoção ou sentimento.

O projeto cresceu se fortaleceu e hoje ocupa um lugar especial em meu coração e no coração daqueles que descobriram, abrindo suas “caixas”, momentos de leveza e sinceridade de alma, espiritualmente ligados ao mais puro amor da criança interior!

 

Recontando a nossa história, estamos distantes das emoções do momento vivido, porque agora falamos não mais como protagonistas e sim como narradores.

Isso nos ajuda a perceber o quanto fomos capazes de crescer e amadurecer nas ocasiões em que fomos convidados a testemunhar força, coragem e fé!

Ou somente nos lembrarmos do quanto fomos felizes!

E disso, tínhamos nos esquecido!

Vivemos e não podemos negar, sentimos e não podemos apagar.

Mas podemos dar novo significado em busca da alegria e da gratidão.

Pois, seja lá o que foi, vivemos intensamente!

Então vamos abrir nossa caixa e deixar fluir o que de melhor existe: nossos retalhos coloridos!

 

 

Na esperança de que cada pedacinho que está guardado dentro desse baú possa receber uma nova e gratificante função, um novo significado de viver e existir.

Unindo os pequenos retalhos, um a um, chegaremos a novos, coloridos e harmoniosos sonhos.

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Santa Clara e os Ovos

Sou de um tempo que morávamos  em volta da praça da igreja e que as casas, na maioria térreas, tinham telhados baixos assim como os muros o que facilitava as conversas de “cumadre” debruçadas na divisa dos quintais.

As diversões eram reduzidas, algumas reuniões no salão paroquial, bailes sociais com os músicos locais e normalmente organizavam-se piqueniques com amigos e familiares.

Neste tempo chovia muito!

Tínhamos as estações do ano bem definidas e São Paulo era a “terra da garoa”!

Já imaginou programar um belo passeio ao ar livre, um casamento, batizado ou aniversário e chover a semana toda?!

Hummm! Ruim né?!

Logo alguém dizia: Vamos jogar ovos para Santa Clara…

E lá íamos nós quintal a fora, na noite anterior ao evento, com ovos na mão e atirávamos os “pobres” telhado acima, ou no ponto mais alto da casa e também valia deixá-los abertos em cima do muro. A quantia dependia da vontade de cada um ou da quantidade de chuva ou ainda da importância do evento, quanto mais importante mais ovos iam ao alto!

Lembrando que muitas famílias criavam galinhas e tinham ovos no galinheiro todos os dias, não me recordo, mas creio que não eram assim tão caros como os atuais de supermercado…

 

 

 

Vamos lá!

Alguém aí já “jogou ovo pra Santa Clara”?!

E de onde veio essa simpatia?!

Reza a lenda que…

Quando desejamos um dia de Sol ou que a chuva vá embora, devemos colocar um ovo no telhado e rezar as seguintes orações:

 “Santa Clara clareou
São Domingos iluminou
Vai chuva
Vem sol
Vai chuva
Vem sol
Vai chuva
Vem sol”

Tem outro ritual:
Colocar um ovo em cima do telhado ou do muro de sua casa.

Rezar um Pai Nosso e fazer esta oração:
“Lágrima do peito aberto, coração de Deus ferido, nos defendei da tempestade e de todos os perigos.

Para a chuva cessar há uma simpatia que ensina que devemos cantar, após colocar o ovo no telhado:
“Santa Clara faça sol, para enxugar o meu lençol”.

Estas simpatias de colocar ovos no telhado, para Santa Clara fazer parar de chover, foram baseadas na seguinte lenda:

Santa Clara e os Ovos

Dizem que quando a mãe desta santa estava grávida, ela dizia: – Esta minha filha se chamará Clara, pois iluminará o mundo.

Então, a profecia se cumpriu e a garota nasceu.

Durante a sua infância, esta menina aprendeu a cozinhar e seus confeitos preferidos eram doces feitos de clara de ovos.

Na juventude, ela conheceu São Francisco de Assis e fundou a ordem de freiras chamada Clarissas.

Diz à lenda que Santa Clara gostava de fazer doces com claras de ovos no convento.

Alguns destes confeitos alimentavam as freiras, mas a maioria deles era vendida na aldeia para ajudar financeiramente os pobres.

Porém, uma vez, naquela mesma região, uma praga exterminou as galinhas e por isto os ovos dela sumiram daquele local. Deste jeito, Santa Clara ficou muito triste e rezou para que Deus enviasse uma solução. Naquele mesmo instante, bateu na porta do convento uma caravana de carroças, cheias de galinhas e seres humanos, vindos da Espanha, que falaram: – Por favor, nos ajude! – Nos dê abrigo, pois nossa aldeia inundou, pois não para de chover lá. Temos galinhas e ovos para oferecer em troca de hospedagem. Santa Clara aceitou a proposta e aquelas pessoas simples encheram sua cozinha de ovos.

Então, desta maneira, ela rezou: – Meu Deus faça com que pare de chover na cidade deste povo!

Deste jeito, Santa Clara fechou os olhos e viu a chuva cessando naquela aldeia e a água sendo sugada pelo Sol quente.

Desta maneira, ela saiu correndo e avisou aos flagelados que eles podiam ficar hospedados o tempo que desejarem. Mas, explicou que por força divina, a chuva já tinha parado. Inclusive, águas que invadiram suas casas, despareceriam dali em 15 dias.

Portanto, Santa Clara explicou que se a enchente voltasse a prejudicar a aldeia daquelas pessoas, era preciso que estes mesmos moradores jogassem ovos no telhado e fizessem uma oração, pensando no criador e naquele humilde convento.

(Por Sonia Regina Gonçalves Melo)

Bom, tá aí…

Sei que nos dias atuais seria impossível jogarmos ovos nos telhados altíssimos dos edifícios, não existem mais muros e sim fortalezas, cercas elétricas e muito mais…
Sei que vizinhos não se falam e muito menos fazemos piqueniques com os amigos.

E até nem chove mais!

Hoje, as simpatias seriam para que “Clara” invertesse a reza e mandasse muita chuva para encher nossas represas.
Quem sabe surgirá uma nova lenda que ensinará a nossos netos uma simpatia para chover sem parar…

Fico por aqui na certeza de que foi bom vivenciar esse tempo.

Tempos que nos aproximavam das pessoas, dos amigos e dentro da simplicidade nos divertíamos muito!

Joguei muitos ovos para que a Santa realizasse o meu pedido e que o sol brilhasse na manhã seguinte para não estragar a brincadeira ou a festa!

E, pasmem… Ela nunca falhou!

Todos os ovos valeram a pena! Cada um deles!
O sol sempre aparecia, ficava o barro, as poças d’água, mas nada que impedisse a turma de aproveitar o dia!

 

Fica a minha singela homenagem para a Santa que viveu para Clarear!

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CLARA, NASCIDA PARA ILUMINAR!

Santa Clara de Assis, uma discípula de São Francisco de Assis.

Clara nasceu em Assis, no ano 1193, no seio de uma família da nobreza italiana, muito rica.
Porém o que a menina mais queria era seguir os ensinamentos de Francisco de Assis.

Sua família, entretanto, era contrária à sua resolução de seguir a vida religiosa, mas nada a demoveu do seu propósito.

No dia 18 de março de 1212, aos dezenove anos de idade, fugiu de casa e, humilde, apresentou-se na igreja de Santa Maria dos Anjos, onde era aguardada por Francisco e seus frades.

Ele, então, cortou-lhe o cabelo, pediu que vestisse um modesto hábito de lã e pronunciasse os votos perpétuos de pobreza, castidade e obediência.

Clara foi a primeira mulher da Igreja a entusiasmar-se com o ideal franciscano.

 

A conselho de Francisco, ingressou no Mosteiro beneditino de São Paulo das Abadessas, para ir se familiarizando com a vida em comum. Pouco depois foi para a Ermida de Santo Ângelo de Panço.

Algum tempo depois, Francisco levou-a para o humilde Convento de São Damião, destinado à Ordem Segunda Franciscana, das monjas e depois  ingressou na Pacífica de Guelfúcio.

 

Por causa da invasão muçulmana, a região de Assis passou necessidades. Tanto que, certa vez, as irmãs, que já eram mais de 50, não tinham o que comer.

Então a irmã cozinheira chega desesperada e diz a Santa Clara de Assis que havia somente um pão na cozinha.

Santa Clara diz a ela: confie em Deus e divida o pão em 50 pedaços. A irmã cozinheira, mesmo sem entender, obedece. Então, de repente, dezenas de pães aparecem na cozinha e as irmãs conseguem se sustentar por vários dias.

Conseguiu o “privilégio da pobreza” do papa Inocêncio III, mantendo, assim, o carisma franciscano.

Pela intercessão de Santa Clara muitos milagres se realizaram quando ela ainda era viva e também depois de seu falecimento.

Um dos mais expressivos foi quando os sarracenos (muçulmanos) invadiram Assis e tentaram entrar no convento das Clarissas.

Santa Clara pegou o ostensório com o Santíssimo Sacramento e disse aos invasores que Cristo era mais forte que todos eles. Então, inexplicavelmente, todos, tomados de grande medo, fugiram sem saquear o convento.

Por isso, Santa Clara é representada com suas vestes marrons segurando o ostensório.

A partir de 1224, Clara adoeceu e, aos poucos, foi definhando.

Em 1226, Francisco de Assis morreu e Clara teve visões projetadas na parede da sua pequena cela.

Lá, via Francisco e os ritos das solenidades do seu funeral que estavam acontecendo na igreja.

Anteriormente, tivera esse mesmo tipo de visão numa noite de Natal, quando viu, projetado, o presépio e pôde assistir ao santo ofício que se desenvolvia na igreja de Santa Maria dos Anjos.

Por essas visões, que pareciam filmes projetados numa tela, santa Clara é considerada Padroeira da Televisão e de todos os seus profissionais.

Depois da morte de Francisco, Clara viveu mais vinte e sete anos, dando continuidade à obra que aprendera e iniciara com ele.

Outro feito de Clara ocorreu em 1240, quando, portando nas mãos o Santíssimo Sacramento, defendeu a cidade de Assis do ataque do exercito dos turcos muçulmanos.

No dia 11 de agosto de 1253, algumas horas antes de morrer, Clara recebeu das mãos de um enviado do papa Inocêncio IV a aguardada bula de aprovação canônica, deixando, assim, as sua “irmãs clarissas” asseguradas.

Dois anos após sua morte, o papa Alexandre IV proclamou santa Clara de Assis.

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Fonte do site Paulinas e

www.cruzterrasanta.com.br/historia/santa-clara