É… o final do ano chegou…

Estamos na última folha do calendário.
As últimas folhas da agenda estão vazias.
Os “quadradinhos e as linhas digitais” estão em branco.

O tempo que corria solto, agora está lento e preguiçoso.

Corrida, somente até a lotérica mais próxima, fazer aquela “fezinha” para a “mega da virada”. Quem sabe começamos o ano “milionário”, tudo é possível!

É… o final do ano chegou…

Aquele fala-fala de sempre, retrospectivas, os melhores momentos, as expectativas que não atingimos, as promessas que não cumprimos, as conquistas que ficaram distantes e lá vai mais um ano…

Vai começar tudo novamente!
Que bom!
Nova oportunidade, mais uma chance para acertamos o que não deu, realinharmos nossos conteúdos, seguirmos adiante em busca do caminho certo!

Cada vez mais admiro a mágica da vida:
Terminar e começar, finalizar e recomeçar, desencontrar e encontrar, se perder e reencontrar, para cada etapa que se encerra, uma nova se abre plenamente num sobe e desce, fechar e abrir incansável, cabe a nós optarmos pela escolha certa.

“Taí”… mais uma vez é possível começar ou recomeçar… vamos lá… a hora é agora!
Por esse motivo, vou pular a parte que fala das promessas da “virada”!

 

Desejo que, baseado no ano que está terminando, aquele que vem chegando traga na bagagem os acertos necessários para as novas conquistas!
Que a prosperidade reine soberana!
Assim sendo, não preciso falar mais nada!

 

Então vamos arrumar as malas, pegar a estrada (ficar horas parado…), vestir branco, escolher as músicas, comprar o espumante, preparar o peixe, comer as 7 uvas de uma só vez (nunca consegui!) comer lentilha (também não dá, odeio lentilha…), pular as 7 ondas (é difícil, mas vale a pena, é divertido!), separar as sementes da romã, ficar num pé só, o direito, claro! E o que mais você souber…

A queima de fogos não pode faltar.
Abraçar e beijar quem amamos!
É… mais um ano terminou e o próximo já vai chegar!

 

“Bora lá!”  É agora ou nunca!!!

FELIZ 2017! 

O Natal é divinal!

 

Em tempos difíceis o Natal se torna ainda mais especial.

Na festa cristã encontramos amor e esperança.

A figura doce do Menino Luz é pura emoção e nos remete a reflexão…

 

 

É gente chegando de todo lugar, de longe, de perto de um canto qualquer, é gente se encontrando e se abraçando.

Tem quem ama, quem reclama, tem quem canta, quem encanta, tem quem chora de felicidade ou de saudade.

Tem aquele que ainda na barriga já se faz esperar!

O Natal é especial porque tem acolhimento, pode ser rico ou pobre, preto ou branco, velho, jovem ou criança, pode ser letrado ou apenas resolvido, quem faz a festa é quem tem mais sentimento!

No Natal tem  árvore e tem música!
Tem presépio e comida boa!
Tem presente e roupa nova!

Tem aquele que sai a levar generosidade para quem não tem nada a esperar…

Tem a criança que sorri, o ancião que relembra, tem o jovem que ama e aqueles que agradecem por mais esta oportunidade!

Cada coração pode receber tantos presentes quanto couber, pode ser saúde, harmonia, respeito, alegria e paz, pode ser força, coragem e não pode faltar a fé!
O que é que é?!
A fé, que diz aonde é aquele lugar que ninguém sabe onde é, mas que é possível ser quem você é!


Uns dizem que o Natal é especial, outros afirmam que é sensacional, tem quem acredite que o Natal é genial, tem aqueles que defendem que é uma festa emocional. Não! O Natal é fraternal!

Não importa… O Natal é tudo isso junto e muito mais!

Ah! O Natal!
Tem que ter perdão, gratidão, união…
Ah! O Natal…
É pura renovação!

Venha de onde vier
A gente vai se encontrar
Na sala, na cozinha, no quintal!
Pode chegar…

O Natal é divinal!

A festa já vai começar!

FELIZ NATAL!

Meu amado presépio!

A lembrança mais singela e mais profunda que tenho desta época é o presépio.

O presépio que vovô montava um mês antes das festas natalinas.
Era imenso com muitas peças e a tradição era integrar um novo personagem a cada ano.
Não era hábito a troca de presentes, mas a compra de uma peça nova para o presépio era sagrada.

 

Eu me lembro que sua montagem era uma festa, criaturinhas de barro ou cerâmica, iam saindo das caixinhas e, com muito cuidado, aquelas preciosidades eram desembrulhadas, formando cenas e paisagens coloridas e vovô montava tudo com muito carinho.
Bons tempos!

O nosso presépio era maravilhoso, repleto de personagens e histórias, mas o que mais chamava a atenção era a manjedoura vazia.
Tradicionalmente, a figura do menino Jesus só era integrada a sagrada família na noite de natal, após a missa do galo.

 

Aquela procissão simbólica, transportando a pequena imagem, devidamente abençoada, da igreja ao presépio, não sai da minha memória, era uma honra muito grande que unia a família em gestos de amor, respeito, harmonia e união!
Conduzir a pequenina imagem divina até o cestinho no presépio caseiro era um ato sagrado!


 

Dessa forma, simples e simbólica, vovô nos ensinou o verdadeiro significado da “sagrada família”, somente após receber as bênçãos de Deus é que nos tornamos uma família completa e unida!

 

Depois de irmos à missa e completar o presépio, a ceia simples, mas farta,  era servida e entre cantos e risos o amor se fortalecia na família e o Natal a tornava ainda mais sagrada.


A nossa sagrada família!